- No debate na Sporting TV, o presidente do Sporting, Frederico Varandas, disse que não está em relação atual já definido um investidor externo; apontou a possibilidade de entrada de um parceiro minoritário para alavancar o clube, mantendo a maioria da SAD, com decisão na Assembleia Geral.
- Varandas explicou que, desde 2022, existe a previsão de parceria minoritária que promova sinergias, mencionando também a compra do Alvaláxia. A decisão final caberá à Assembleia Geral.
- O líder verde e branco destacou o aumento de participação nas Assembleias, passando de cerca de 300‑400 pessoas para cerca de 6 mil.
- Bruno Sorreluz, candidato da Lista A, reagiu, dizendo que Varandas está traumatizado e que as AGs não são para “comer amendoins”, pedindo debate de ideias e criticando a forma como os sócios são tratados.
- Sorreluz acusou ainda Varandas de querer decidir sozinho, sem ouvir os sócios, enquanto os cidadãos vão votar e sair, reforçando a necessidade de um debate claro de propostas.
Durante o debate transmitido pela Sporting TV, Frederico Varandas e Bruno Sorreluz discutiram a possibilidade de um investidor externo entrar na SAD do Sporting, enquadrado no plano estratégico a 10 anos apresentado desde 2022. Foi abordado o aumento de participantes nas Assembleias Gerais (AG) nos últimos anos.
Varandas explicou que não há decisão tomada sobre um investidor externo. Reforçou que a maioria do capital da SAD deve manter-se na feet do clube, mantendo a estratégia de entrada minoritária apenas se houver sinergias que promovam o clube, com a decisão a ser votada na AG.
O atual presidente, que é também candidato da Lista B, referiu ainda que o debate inclui a compra do Centro Comercial Alvaláxia, já discutida. Acrescentou que a AG passou de 300-400 participantes para cerca de 6 mil, com sessões abertas em dias de jogo para participação dos sócios.
Sorreluz, da Lista A, reagiu acusando Varandas de traumatizado e de não apresentar debate de ideias. Segundo o adversário, o presidente evita ouvir os sócios e prefere decidir sem debate prévio, levando a queixas de muitos sócios presentes nas AG.
A troca de acusações aconteceu no contexto de discussões sobre governança, participação de sócios e o papel de potenciais parceiros externos no Sporting, temas centrais para a gestão em curso. Não foram divulgadas informações adicionais sobre prazos ou condições para qualquer acordo.
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