- O único debate entre candidatos à presidência do Sporting decorreu esta quinta-feira, em Alvalade, ante a eleição para o Conselho Diretivo.
- Bruno Sá, da Lista A, acusa o atual presidente de não respeitar os sócios e questiona as finanças da SAD, em particular o empréstimo de 225 milhões de euros e o aumento do passivo de 200 para 500 milhões.
- Também aponta um aumento de dívidas a fornecedores, de 36 para 119 milhões de euros.
- Frederico Varandas responde com o crescimento de associados de 74 mil para 125 mil, cinco exercícios financeiros positivos em seis anos e um lucro acumulado de 82 milhões de euros, assegurando que o empréstimo será coberto pela recompra e melhorias na Alvaláxia.
- O presidente diz ainda que o plantel valoriza de 170 milhões para 474 milhões de euros, e que agências de rating veem a gestão como positiva; refuta que Amorim tenha poder de decisão na contratação de jogadores.
O único debate entre candidatos à presidência do Sporting decorreu nesta quinta-feira em Alvalade, antes das eleições para o Conselho Diretivo deste sábado. O tema central foram finanças, empréstimo de 225 milhões de euros e a atividade associativa.
Bruno Sá, da Lista A, acusou a atual direção de não respeitar os sócios e questionou a gestão financeira da SAD, destacando o empréstimo de 225 milhões e o aumento do passivo. Alegou que a dívida aumentou e a cobrança a fornecedores subiu.
Frederico Varandas respondeu, assumindo que o empréstimo ocorreu ao longo de 28 anos e que a recompra e melhorias na Alvaláxia devem custear os encargos. Refutou acusações e apontou lucros acumulados de 82 milhões de euros nos últimos exercícios.
O presidente em exercício lembrou que o número de associados cresceu de 74 mil para 125 mil durante a gestão e defendeu que o clube tem ratings positivos. Garantiu também que o plantel se valorizou significativamente desde o início da presidência.
Bruno Sá questionou a comunicação com os sócios, alegando que o atual líder é pouco acessível. A acusação repetiu-se ao longo do debate, em que se discutiu também o papel de Varandas na gestão do futebol.
Em relação ao futebol, Sá criticou a gestão do plantel e da equipa técnica, insinuando autonomia excessiva para o treinador Varandas e para a direção do futebol. Varandas sustentou que as decisões não foram unilaterais.
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