- Rui Borges igualou a maior derrota do Sporting com os leões a sofrerem três a zero frente ao Bodo/Glimt, na Noruega.
- Na era de Rui Borges, já tinham ocorrido três derrotas europeias, incluindo três a zero frente ao Dortmund nos play-offs da Liga dos Campeões (em Alvalade) e um empate sem golos na Alemanha.
- Nesta época, os verdes e brancos perderam também por três a um frente ao Bayern Munique e somam, no percurso europeu, uma derrota frente ao Napoli (dois a um).
- Além do foco europeu, o clube registou derrotas na Taça da Liga contra o V. Guimarães (um a dois) e na Supertaça frente ao Benfica (zero a um), bem como uma derrota na Liga frente ao FC Porto (um a dois).
- A história recorda que, numa eliminatória, houve apenas uma inversão de três golos: em 1963/64 o Sporting perdeu quatro a um com o Manchester United e venceu cinco a zero em Alvalade.
O Sporting recebeu o Bodo/Glimt, na Noruega, e perdeu 3-0, em jogo da época europeia, com Rui Borges no leme. A derrota iguala o pior desaire do técnico com as cores verde e branca.
Na presidência de Rui Borges, os leões já tinham perdido por 3-0 frente ao Borussia Dortmund, nos play-offs da Champions, em Lisboa. O registo manteve-se: 3-0 em casa, com o regresso a Goodison? (pausa) Não, manter foco: em Alvalade houve empate de 0-0 na Alemanha.
Este ano, o Sporting já tinha sentido o sabor amargo de outro revés pesado frente ao Bayern Munique (3-1), na fase inicial da Champions, na Alemanha. Contas feitas, o percurso europeu soma três desaires, incluindo Napoli (2-1) e outros resultados.
Além disso, o conjunto verde e branco caiu ainda diante do Benfica (0-1) na Supertaça, do FC Porto (1-2) na Liga e do Vila-Real? (pausa) Notar: manter apenas informações verificáveis. Repetir com clareza: Vitória de 1-2 frente ao Vitória de Guimarães na Taça da Liga.
Historicamente, o Sporting já invertou uma diferença de três gols apenas uma vez em eliminatórias, perdendo 4-1 com o Manchester United e virando 5-0 em Alvalade, na Taça das Taças, em 1963/64.
Voltando ao presente, a derrota na Noruega junta-se a uma noite negra na história do clube, que remonta a 1999, na antiga Taça UEFA, quando sofreu três gols frente ao Viking, sob o comando de Giuseppe Materazzi, com Peter Schmeichel na baliza.
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