- O presidente do Barcelona, Joan Laporta, afirmou, numa entrevista à rádio COPE, que o Real Madrid terá controlado os árbitros espanhóis durante 72 anos.
- Laporta defendeu o Barça no âmbito do Caso Negreira e sustentou que o que o clube fez foi legal, referindo pagamentos a uma empresa ligada ao filho de Negreira.
- Afirmou que o Real Madrid tem Megía Dávila no conselho e que a mulher dele também está ligada ao Comité Técnico de Árbitros (CTA).
- Garantiu que o Barça é prejudicado pelos árbitros, questionando a normalidade do que, segundo ele, foi feito pelo Real Madrid.
- O Caso Negreira envolve o ex-presidente do Barça Josep Maria Bartomeu, que está a responder em tribunal por corrupção desportiva relacionados com pagamentos milionários ao ex-dirigente da arbitragem José María Enríquez Negreira.
Joan Laporta voltou a defender o Barcelona no âmbito do Caso Negreira, em entrevista ao programa Partidazo, da rádio COPE. O presidente reiterou que as ações do clube foram legais, ao paying a uma empresa já existente antes de 2003. Afirma que a ligação da empresa ao filho de Negreira também existia no Atlético de Madrid.
Laporta acusou o Real Madrid de controlo antigo sobre árbitros em Espanha. Alegou que o clube tem ligações com membros do Conselho Técnico de Árbitros e com familiares de dirigentes, sugerindo uma influência há décadas. O objetivo, segundo o presidente, é justificar críticas ao Barça antes de um eventual julgamento.
O caso Negreira envolve o ex-presidente do Barça, Josep Maria Bartomeu, que está a responder em tribunal por corrupção desportiva. A acusação atual envolve pagamentos milionários ao ex-dirigente da arbitragem José María Enríquez Negreira. As declarações de Laporta surgem numa altura de campanha eleitoral interna no clube.
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