- O Sporting recebe o Bodo/Glimt na 1.ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões, nesta quarta-feira, às 20h00, no Estádio Aspmyra.
- O treinador do Bodo/Glimt, Kjetil Knutsen, antevê um Sporting de ataque, com jogo vertical e uso de grandes espaços, e reconhece qualidade da equipa portuguesa.
- Knutsen destaca Suárez entre os jogadores do Sporting, sublinhando que é um atacante inteligente que “cheira o golo”.
- O treinador diz que a equipa norueguesa terá de pressionar bem para não permitir espaço ao adversário e manter o equilíbrio durante o jogo.
- Observa que as equipas ainda estão no começo da época e que a vantagem pode não estar clara, salientando que o Sporting é “uma grande equipa” e que o Bodo/Glimt quer passar na eliminatória.
Kjetil Knutsen, treinador do Bodo/Glimt, antecipa um jogo de ataque por parte do Sporting, que costuma assumir riscos mas procurar manter o equilíbrio para a 1.ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões. A partida realiza-se quarta-feira, às 20:00, no Estádio Aspmyra.
O técnico elogia o coletivo do Sporting, equipa que considera de topo na Europa, mas avisa para a influência de jogadores como Luís Suárez. O Bodo/Glimt sabe que será um adversário com muita danger de golo caso haja espaço.
O treinador refere que os jogos recentes contra equipas portuguesas têm sido positivos, mas sublinha que o Sporting é uma equipa muito inteligente, que pressiona e ataca com espaço. Será necessária uma exibição muito boa para frente e para trás.
Sobre o momento competitivo, Knutsen recorda que o Bodo/Glimt tem menos jogos no ano do que o Sporting, o que pode condicionar o ritmo, mas aponta que uma época ainda no início pode trazer vantagens ou desvantagens.
O técnico não se fica apenas pela referência a Suárez. Reforça que o Sporting tem várias opções de alto nível e que é essencial estar atento a todos os elementos de ataque, não apenas ao avançado uruguaio.
Análise ao adversário e estratégia
Knutsen diz que o Sporting joga em função do resultado, investindo na pressão alta em ocasiões, mas recuando quando necessário para manter equilíbrio. Por isso, a equipa norueguesa planeia uma defesa organizada e um ataque eficaz para explorar os espaços.
Reitera ainda a necessidade de manter jogo coletivo e minimizar as oportunidades para o adversário, privilegiando pressões altas quando for possível. A estratégia passa por não ceder espaços e por explorar transições rápidas.
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