- Gianni Infantino afirma tolerância zero ao racismo no futebol, numa entrevista ao As sobre a edição 20.000 do jornal.
- Aponta o caso Prestianni-Vinícius Júnior para dizer que não há espaço para racismo e que tapar a boca pode revelar algo errado.
- Refere que, se houver provas, o jogador deve ser expulso; a punição deve ser avaliada caso a caso.
- Defende que a luta contra o racismo não se resume a castigos, incluindo a possibilidade de redenção e de pedir desculpa.
- Avisa que é preciso mudar a cultura no futebol para evitar discriminação, atuando também fora do campo e de forma educativa.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, reiterou a posição de tolerância zero ao racismo no futebol, em entrevista ao jornal As, na qual aborda a edição número 20.000 do diário espanhol. O foco é o combate a atitudes discriminatórias em campo.
Infantino associou o caso Prestianni-Vinícius Júnior aos recorrentes episódios de racismo no desporto e disse que não há espaço para esconder o que é dito em jogo. O líder da FIFA aponta que expulsões devem ocorrer quando houver provas de comportamento racista.
Aos olhos de Infantino, o problema não se resolve apenas com punições. Defende também uma mudança cultural no futebol, permitindo pedidos de desculpa e redemção por ações impensadas, para fortalecer a luta contra a discriminação.
Medidas e perspectivas na luta contra o racismo
O dirigente sustenta que é essencial manter mecanismos disciplinares rigorosos, com avaliação circunstancial de cada caso. Reforça a necessidade de provas para sustentar sanções, sem descurar a possibilidade de reabilitação.
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