- A Comissão de Disciplina da União Ciclista Internacional suspendeu a Feirense-Beeceler por 22 dias, de 22 de março a 12 de abril de 2026, devido a três anomalias no passaporte biológico registadas num período de 12 meses.
- Os casos envolvem Venceslau Fernandes, António Carvalho e Barry Miller, notificado pela Autoridade Antidopagem de Portugal em 18 de setembro de 2025 no caso de Miller.
- Venceslau Fernandes está a cumprir uma suspensão de seis anos (28 de novembro de 2025 a 6 de novembro de 2030); António Carvalho cumpre quatro anos de suspensão até 3 de novembro de 2029.
- A UCI delegou à Agência Internacional de Testes a prossecução dos processos de violação das normas antidopagem, com possibilidade de recurso para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS).
- A Feirense-Beeceler vai falhar o Troféu Internacional da Arrábida, a 43.ª Volta ao Alentejo, o Troféu Região de Coimbra – Aldeias de Xisto e a Clássica de Viana do Castelo.
A equipa de ciclismo Feirense-Beeceler foi suspensa por 22 dias após três casos de anomalias no passaporte biológico, registados no último ano. A decisão foi anunciada pela Agência Internacional de Testes (ITA) e tem início a 22 de março de 2026, terminando a 12 de abril.
A sanção foi aplicada pela Comissão de Disciplina da União Ciclista Internacional (UCI) com base em violações das normas antidopagem, associadas a anomalias identificadas nos passaportes biológicos de três ciclistas que passaram pela equipa de Santa Maria da Feira no último ano.
Os nomes ligados ao caso são Venceslau Fernandes, António Carvalho e Barry Miller. Fernandes e Carvalho já cumprem suspensões, enquanto Miller ficou notificado pela ADoP pela primeira vez em 18 de setembro de 2025.
Venceslau Fernandes, vencedor da Volta a Portugal do Futuro em 2018, teve a sanção em vigor desde 28 de novembro de 2025 até 6 de novembro de 2030 devido às anomalias encontradas entre julho de 2022.
António Carvalho recebeu uma suspensão de quatro anos, válida até 3 de novembro de 2029, com histórico de anomalias no passaporte biológico ainda em 2018 e 2024, enquanto representava a Feirense-Beeceler e a antiga W52-FC Porto.
A UCI delegou, no início de fevereiro, a prossecução dos processos à ITA, que também recorda a possibilidade de recurso da equipa para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS).
Além da suspensão, a Feirense-Beeceler ficará indisponível para várias corridas de início de temporada, incluindo o Troféu Internacional da Arrábida, a 43.ª Volta ao Alentejo, o Troféu Região de Coimbra e a Clássica de Viana do Castelo.
A gestão dos casos e os prazos de recurso mantêm-se sob supervisão da ITA, com a equipa a poder apresentar defesa no TAS, caso opte por recorrer da decisão.
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