- Xavi Hernández, ex-treinador do Barcelona, acusa o presidente Joan Laporta de mentir sobre a sua demissão e diz que a decisão foi tomada por Alejandro Echevarría.
- Afirmou que estava tudo acordado para a volta de Lionel Messi em março de 2023, com aprovação da LaLiga, mas Laporta acabou por recusar, impedindo o regresso; diz que Messi estava contratado.
- Reforça que a recusa não se deve à LaLiga nem a pedidos de dinheiro do pai de Messi, e classifica essas informações como falsas.
- Disse ter ficado motivado para continuar no Barça pela equipa e por uma geração de jovens promissora, negando que tenha sido pressionado a sair ou ficar.
- Comentou ainda o papel de Deco no clube, dizendo ter respeito pelo ex-jogador, mas afirmando que Deco está manietado pelo atual dominante do clube, Alejandro Echevarría.
Xavi Hernández voltou a colocar questões internas do Barcelona em foco numa entrevista dada ao La Vanguardia. O antigo treinador acusa Joan Laporta de mentir, nomeadamente sobre a sua saída e sobre a possível volta de Lionel Messi ao clube.
O técnico, que assumiu o comando em 2021 e foi afastado no fim da temporada 2023/24, afirmou que não houve justificação verdadeira para a sua demissão. Afirmou ainda que a decisão teve influência de alguém acima do presidente, identificado como Alejandro Echevarría, e que o clube o incentivou a permanecer.
Quanto ao regresso de Messi, Xavi sustenta que tudo estava acertado para o regresso em março de 2023, com aprovação da La Liga. Alega que Laporta não cumpriu o acordo, negando que tenha sido por exigências da La Liga ou pelo dinheiro pedido pela família Messi.
Papel de Deco no clube
O antigo médio também abordou o papel de Deco no clube, referindo que o ex-jogador ocupa a posição de diretor desportivo. Segundo Xavi, Deco é respeitado, mas estaria restrito pela influência de Echevarría, que, conforme diz, domina a gestão.
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