- Benfica e F. C. Porto empatam a duas bolas no Estádio da Luz, mantendo a luta pelo título em aberto.
- Paulo Pereira, antigo árbitro, analisa alguns dos lances mais polémicos do clássico.
- Aos 13 minutos, falta de Gabri Veiga sobre Rafa não foi assinalada, criando potencial livre direto para o Benfica.
- Aos 45+4 minutos, Diogo Costa recebe cartão amarelo por retardar a reposição da bola.
- Aos 90+6 minutos, penálti apontado como inexistente entre Diogo Costa e Pavlidis; o contacto é considerado normal.
O Benfica empatou 2-2 com o F. C. Porto no Estádio da Luz, num clássico que manteve tudo em aberto na luta pelo título. Paulo Pereira, antigo árbitro, analisou alguns dos lances mais polémicos do encontro.
O jogo teve igualdades ao longo dos 90 minutos, com decisões discutidas a cada momento e procuras de clareza junto do árbitro no tempo de desconto. O Porto e o Benfica contaram com ocasiões criadas para apontar o vencedor.
Lances polêmicos analisados
13 m – Gabri Veiga atingiu Rafa perto da área do Porto; o árbitro não marcou falta, o que significaria livre direto para o Benfica.
36 m – Otamendi cometeu derrube sobre Pietuszewski; cartão amarelo correto pela lei da vantagem.
45+4 m – Diogo Costa viu cartão amarelo por retardar a reposição da bola, uma advertência incomum na primeira parte.
55 m – Rafa sofreu faltas sucessivas sobre o jogador do Porto; o lance deveria ter sido punido com cartão.
90+6 m – Penálti considerado inexistente; houve contacto normal entre Diogo Costa e Pavlidis, sem falta.
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