- O Sporting vai defrontar o Bodo/Glimt na Liga dos Campeões, com o jogo na Noruega na próxima quarta-feira e o segundo encontro a 17 de em Alvalade.
- Rui Borges concedeu entrevista à UEFA na antecâmara dos oitavos-de-final, partilhando a sua trajetória desde o Mirandela até à campanha histórica com o Sporting.
- O treinador falou da ligação ao Mirandela, mantendo a identidade e o caráter que o acompanham desde o início da carreira.
- Enalteceu a ascensão rápida na carreira, sublinhando que a sorte acompanhou o trabalho e que, sem isso, o trajeto poderia ter sido diferente.
- Considerou impensável terminar entre os oito primeiros da Champions na primeira época à frente da competição, destacando a ambição, o rigor e o compromisso da equipa.
Rui Borges, treinador do Sporting, abriu a antecâmara dos oitavos de final da Liga dos Campeões com o Bodo/Glimt, após o empate 2-2 em Braga. A equipa prepara-se para a deslocação à Noruega na próxima quarta e recebe os noruegueses a 17 de casa.
Os leões chegam aos oitavos com uma campanha invulgar na Champions, marcada pela ambição e pelo rigor do grupo técnico. Borges faz partilhar o mérito com a equipa que o acompanhou desde o Mirandela, descrevendo o percurso como uma evolução contínua.
A ligação ao Mirandela e a identidade do treinador
Borges recorda as origens num clube modesto, onde aprendeu a acompanhar o tempo do jogo sem placards. A ligação à sua cidade natal permanece forte e define a personalidade do técnico, que admite manter o mesmo estilo desde o inicio da carreira.
A rapidíssima ascensão surge da combinação entre oportunidades e trabalho constante, segundo o treinador. Realça que a coragem para agarrar as hipóteses foi determinante, levando-o a este patamar no Sporting.
A campanha mágica na Champions
Borges descreve uma trajetória de grande rigor e compromisso. Iniciou a sua primeira Champions desde o início com a ambição de alcançar os oito primeiros, o que, na altura, pareceu improvável. O obejtivo é manter-se entre os melhores e cimentar a história do clube no torneio.
Carlos Correia, antigo treinador de Rui Borges no Mirandela, lembra a qualidade do capitão que evoluiu para treinador. Enaltece a humildade e o orgulho que o jogador-revelação desperta em Mirandela, destacando o impacto do treinador no reconhecimento da região.
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