- Jacob Kiplimo, atleta ugandês, venceu a Meia Maratona de Lisboa em 57.20 minutos, batendo o recorde mundial masculino pela terceira vez e ficado 10 segundos abaixo da marca anterior de Yomif Kejelcha.
- A prova da 35.ª edição teve início na Ponte 25 de Abril, em Almada, com Kiplimo a impor o tempo mais rápido da distância de 21,0975 quilómetros.
- Os segundos classificados foram Nicholas Kipkorir, com 58.08, e Gilbert Kiprotich, com 58.59.
- Uma tentativa anterior de recorde feito em Barcelona, com 56.42, não foi ratificada por ter contado com apoio de carro para marcar o ritmo.
- O recorde mundial feminino continua inalterado desde 24 de outubro de 2021, pertencendo a Letesenbet Gidey, com 1:02.52.
A Meia Maratona de Lisboa voltou a apontar para o recorde mundial masculino, com Jacob Kiplimo a cumprir os 21,0975 quilómetros em 57.20 minutos. O tempo supera em quase 10 segundos a marca anterior, do etíope Yomif Kejelcha.
Na 35.ª edição da prova lisboeta, o ugandês bateu a concorrência, com Nicholas Kipkorir a chegar em 58.08 e Gilbert Kiprotich em 58.59. Kiplimo, aos 25 anos, recupera o recorde mundial, perdido em 2024.
Este recorde sucede a uma sequência de tentativas e controvérsias sobre validação de tempos em Lisboa. Em 2025, um tempo de 56.42 ficou por ratificar por uso de carro de ritmo, levantando debates sobre o regulamento vigente.
O histórico da meia maratona em Lisboa inclui marcas que foram reconhecidas ou rejeitadas por critérios oficiais. O recorde anterior de 57.31 fora da手, estabelecido em 2021 por Paul Tergat, foi superado por Kiplimo apenas alguns dias antes de a prova regressar à normalidade pós-pandemia.
No setor feminino, a história é distinta, com Letesenbet Gidey mantendo desde 2021 o recorde mundial da distância com 1:02.52. A prova de Lisboa tem vindo a consolidar-se como palco de marcas relevantes, mas a validação depende de critérios internacionais.
Para o público, a corrida continua a manter a ligação entre a Ponte 25 de Abril e a Praça do Império, embora o traçado atual seja diferente do que vigorava no início do século. A prova mantém-se como referência no panorama das meias maratonas.
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