- Aos 35 anos, Kiko Femenía encerra uma carreira marcada por voltas e reviravoltas, com o Getafe a vencer o Betis por 2-0 e ele a marcar um dos golos.
- O jogador chegou a Barcelona e Real Madrid, mas apenas na equipa B de ambos, não sendo aposta clara.
- A carreira arrancou com dificuldades no Hércules, incluindo um momento de ansiedade durante a estreia.
- Em Itália? Não: tornou-se lateral na Premier League, mantendo-se fiel à velocidade e à resistência ao longo dos anos.
- A trajetória levou-o a Villarreal e Getafe, com passagens por Alcorcón e Alavés, consolidando-se como lateral fiável, embora sem grande impacto ofensivo.
Kiko Femenía esteve em Barcelona, Madrid e naquilo que parecia ser uma viagem sem destino definido. Aos 35 anos, o extremo-direito convertido em lateral vive a fase final de uma carreira pouco usual, marcada por passagens por Barcelona e Real Madrid, mas apenas ao serviço da equipa B. O jogo desta jornada reforça a sua continuidade na Liga espanhola.
No Getafe, o jogador soma já várias épocas a lutar pela consolidação no contexto de equipas que lutam por metas distintas. Nesta temporada, tem sido titular em rodagens que alternam entre Liga e taça, com o golo na vitória por 2-0 frente ao Betis a destacar-se como um momento importante num percurso cheio de reviravoltas.
A estreia não correu como esperado. Em Hércules, Femenía entrou aos 60 minutos contra o Athletic Bilbao e enfrentou ataques de ansiedade que chegaram a obrigá-lo a respirar com a ajuda de Rufete, que na bancada pediu calma ao jovem extremo. A situação ficou conhecida através de imagens de uma reportagem do Canal+.
Ao longo da carreira, Femenía passou por várias divisões e clubes, incluindo Hércules, Alcorcón e Alavés, antes de se estabelecer no Watford, na Premier League, como lateral. No Villarreal e no Getafe, tem sido reconhecido pela resistência física e pela correta adaptação a um papel menos ofensivo, mantendo, ainda assim, presença de jogo.
Trajetória de montanha-russa
O percurso de Femenía manteve-o entre promessas e postos mais recuados. Sendo contrato por Barcelona e Real Madrid apenas para a equipa B, nunca teve a consistência que se esperava na Elite. Ainda assim, o jogador demonstrou longevidade e utilidade, sobreviver a uma carreira que desviou-se do caminho do jogador-crack.
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