- O FC Porto empatou 2-2 com o Benfica no Estádio da Luz, em jogo com 27 pontos por disputar.
- Farioli explicou as alterações ao intervalo para manter 11 jogadores, destacando o desgaste de Pepê e a necessidade de gerir o cartão de Gabri.
- O treinador sublinhou que o Porto dominou a 1.ª parte e teve várias oportunidades para matar o jogo, tendo a falta de eficácia pesado no resultado.
- Sobre o lance final, disse que, pelas imagens, a decisão do árbitro foi correta.
- Comentou ainda a expulsão de Mourinho, admitindo não ter percebido bem o que aconteceu, e explicou que o Porto sofreu dois golos quando vencia por 2-0, com impacto de Lukebakio e Ivanovic.
O FC Porto empatou 2-2 com o Benfica no Estádio da Luz, em jogo da Liga. Farioli explicou as alterações feitas ao intervalo, baseadas em respetiva gestão de cartões e desgaste físico. Pepê saiu por estratégia, e William entrou para manter energia na frente.
O treinador portista destacou ainda que a decisão de manter 11 jogadores foi deliberada, com foco na resistência física. Sobre Gabri, justificou o cartão amarelo e admitiu que poderia ter data para nova falta, se necessário.
Quanto ao rendimento da equipa, admitiu que o objetivo era vencer; reconheceu que houve mais oportunidades para matar o jogo, mas acabou por sofrer dois golos de vantagem. A primeira parte foi positiva, com domínio da posse e construção de jogadas.
Lance final e expulsões
Para Farioli, o lance final entre Diogo Costa e Pavlidis não é penálti com base nas imagens. Sobre a expulsão de Mourinho, desempenhou que não percebeu bem o que aconteceu, mantendo o foco no que ocorreu dentro de campo.
No geral, o técnico apontou a falta de eficácia como explicação para o resultado e sublinhou que a equipa, com média etária de 23 anos, mostrou potencial com golos da próxima geração e evolução para o próximo jogo.
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