- O Plano Estratégico 2024-36 está a passar pela fase de implementação e prepara uma segunda etapa de debate com os sócios ordinários da Federação Portuguesa de Futebol e os microplanos técnicos setoriais.
- Serão apresentadas nos próximos dias respostas sobre desenvolvimento do futebol feminino, futsal, futebol de praia, walking football, scouting e inteligência, treinadores, seleções de formação, desenvolvimento regional e o Plano Nacional de Arbitragem.
- O documento resulta do envolvimento de toda a comunidade do futebol e visa responder às mudanças previstas, como transformação digital e comportamental dos adeptos, expansão do futebol feminino, Mundial 2030, integridade na indústria e centralização dos direitos audiovisuais.
- A centralização dos direitos audiovisuais, legislada desde 2021, entra na fase de implementação prevista para o início da época 2027-28, prometendo um novo paradigma que favorece o crescimento, a competitividade e a sustentabilidade do futebol português.
- Existem interessados nos direitos, o que indica funcionamento do mercado e reconhecimento do momento; a Liga Portugal espera alcançar montantes previstos em 2021, com a Federação a acompanhar o processo e manter o diálogo.
O Plano Estratégico 2024-36 encontra-se em fase de implementação. Nesta segunda etapa, os sócios ordinários da Federação Portuguesa de Futebol discutem microplanos técnicos setoriais para responder às realidades do futebol.
Após auscultação, serão apresentadas respostas para o desenvolvimento de áreas como futebol feminino, futsal, futebol de praia, walking football, scouting e inteligência, além de treinadores, seleções de formação e desenvolvimento regional.
O documento foi construído com envolvimento da comunidade do futebol e visa acompanhar forças de mudança: transformação digital, expansão do futebol feminino, Mundial 2030, integridade no sector e centralização dos direitos audiovisuais.
Centralização dos direitos audiovisuais
Legislado desde 2021, o processo de centralização está na fase de implementação, prevista para a época 2027-28. A negociação centralizada deverá alterar o paradigma do futebol em Portugal, promovendo crescimento, competitividade e sustentabilidade da indústria.
A centralização valorizará o conjunto do produto, não apenas o audiovisual, proporcionando uma experiência diferenciadora para o adepto. O mercado já evidencia interessados nos direitos, sinalizando funcionamento do setor.
A Federação Portuguesa de Futebol acompanhará o processo de perto, mantendo disponibilidade para diálogo. A liderança atual da Liga Portugal aponta para o alcance dos montantes previstos em 2021, ano da legislação.
A instituição sublinha a importância estratégica do tema para a próxima década, alinhando-o com as metas traçadas no Plano Estratégico. O objetivo é assegurar robustez e continuidade do futebol português para o futuro.
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