- Matilde Castro, de 21 anos, é campeã nacional de vela adaptada e licenciada em Artes Visuais.
- O lema dela é ajustar as velas quando não se controla o vento, expressão do que faz diariamente.
- Descobriu a vela no secundário e sente adrenalina na competição.
- Foi diagnosticada com Síndrome de Tourette e Perturbação do Espectro do Autismo, com uma perturbação neurológica funcional que se agravou em 2022.
- Além de atleta, é artista e ativista.
Matilde Castro, de 21 anos, é reconhecida como campeã nacional de vela adaptada. Licenciada em Artes Visuais, é também artista e ativista, cuja vida diária é marcada pela filosofia de ajustar direções quando o vento muda. O lema que a guia é simples: o que importa é o que se pode fazer com o que acontece.
A jovem descreve a vela como uma descoberta feita no Secundário. Em competição, a adrenalina é o que a impulsiona, mais do que qualquer outra modalidade que tenha praticado na infância e adolescência, incluindo karaté, natação e voleibol escolar.
O percurso de Matilde envolve ainda um desafio pessoal ligado à saúde. Foi diagnosticada com Síndrome de Tourette e Perturbação do Espectro do Autismo. A evolução clínica tem vindo a incluir uma perturbação neurológica funcional que se agravou a partir de 2022, coincidindo com o início do ensino superior.
Em termos de contexto, a vela adaptada tem sido o meio pelo qual Matilde canaliza a sua energia e define objetivos. O trabalho diário passa por ajustar as velas quando o vento não está sob controlo, uma prática que reflete a abordagem que a sustenta dentro e fora da água.
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