- Um homem, empresário agrícola e dono de um pronto a vestir, estava a fazer levantamento de peso no ginásio, com setenta e cinco quilos, e adicionou cinco quilos de cada lado da barra.
- Na quarta repetição, sofreu uma rotura completa do músculo peitoral e do tendão.
- Exigiu à Fitness Up e à seguradora Fidelidade mais de vinte e cinco mil euros por danos morais e patrimoniais, incluindo reembolso de despesas médicas e tratamentos.
- O Juízo Local Cível de Castelo Branco não lhe deu razão.
- Recorreu para o Tribunal da Relação de Coimbra, que também rejeitou o pedido.
Um empresário agrícola e dono de um pronto a vestir ficou com uma rotura completa do músculo peitoral e do tendão após um treino de levantamento de peso no ginásio Fitness UP. O incidente ocorreu quando aumentou a barra em cinco quilos de cada lado, na quarta repetição. O local é o ginásio em Castelo Branco, em data recente, durante uma sessão de treino.
Segundo o processo, o homem exigiu à academia e à seguradora Fidelidade mais de 25 mil euros, a título de danos morais e patrimoniais, incluindo o reembolso de despesas médicas e tratamentos. A pretensão enquadrava-se num conjunto de responsabilidades assumidas pelas entidades envolvidas no acolhimento do treino.
A ação foi julgada pelo Juízo Local Cível de Castelo Branco, que negou o pedido de indemnização. O empresário recorreu para o Tribunal da Relação de Coimbra, que também decidiu pela improcedência da pretensão, mantendo a decisão inicial.
O caso evidencia as dificuldades de atribuição de responsabilidades em incidentes ocorridos durante atividades desportivas em ginásios, sobretudo quando envolvem pedidos de indemnização por danos de saúde já ocorridos. Não foram divulgadas informações adicionais sobre as perícias ou sobre as circunstâncias específicas que levaram aos ferimentos.
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