- Rosa Mota, a única vencedora portuguesa da Meia Maratona de Lisboa, foi homenageada na apresentação da 35.ª edição da prova.
- A corrida está marcada para domingo, com cerca de trinta mil participantes esperados entre a meia maratona e a prova popular de dez quilómetros.
- Durante o evento, foi-lhe oferecida uma réplica da camisola da primeira edição, em reconhecimento da sua carreira e ligação à prova.
- O presidente do Maratona Clube de Portugal, Carlos Moia, recordou o convite feito a Rosa Mota para a estreia da corrida, com partida na Ponte 25 de Abril.
- A primeira edição, disputada em 1991, viu Rosa Mota vencer a prova feminina em 1:09.53, enquanto o homem mais rápido foi Paul Evans.
Rosa Mota, única portuguesa vencedora da Meia Maratona de Lisboa, foi homenageada na apresentação da 35.ª edição da prova. A cerimónia decorreu esta sexta-feira, no âmbito da antevisão da prova que ocorre domingo, com 30 mil participantes previstos.
Na conferência de imprensa, realizada no Paços do Concelho de Lisboa, a atleta recordou o convite de Carlos Moia, presidente do Maratona Clube de Portugal, para inaugurar a corrida com partida na Ponte 25 de Abril. A lendária campeã mantém recorde nacional da distância.
Moia ofereceu uma réplica da camisola da primeira edição, branca com a ponte a preto, que Rosa Mota elogiou como embaixadora de Portugal no mundo. Também enalteceu o papel de Rosa Mota na afirmação da prova e da região.
A cerimónia contou ainda com Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, que destacou a importância histórica da prova para a cidade. Recordou que a primeira edição reuniu 3.400 atletas, com menos de 100 mulheres, e o impacto no desporto local.
Rosa Mota, natural de Ovar, afirmou sentir orgulho pela evolução da prova e pela sua capacidade de transformar a cidade. Relembrou o percurso de Lisboa como motivação para a criação de uma corrida que convoca o público local e internacional.
Carlos Moia frisou que a Meia Maratona de Lisboa se tornou num símbolo de mudança de mentalidades, destacando o crescimento de 30 mil inscrições apenas no ano passado. Também salientou a relevância social da corrida, no incentivo à atividade física.
O organizador comparou o cenário de 1991 com o atual, marcado por participação estrangeira significativa, e lembrou o desafio de manter o entusiasmo face a momentos de instabilidade global. A prova envolve também a elite da modalidade.
Na antevisão, Moia desafiou o atleta ugandês Jacob Kiplimo, recordista mundial na distância em Lisboa em 2021, a voltar a competir no circuito lisboeta. Mariana Machado estreia-se na meia maratona e aposta no recorde nacional.
A Meia Maratona de Lisboa cumpre este domingo a sua sexta-feira de apresentação, com o evento principal a arrancar a partir de Cruz Quebrada, em Oeiras. A partida da prova é na Ponte 25 de Abril, em Almada, enquanto a elite segue pela cidade.
O evento, que celebra 35 anos, permanece com a marca de promover a prática desportiva e o turismo desportivo na capital portuguesa. A prova de 21,0975 km fecha o programa de domingo, após a disputa da popular de 10 quilómetros.
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