- Fernando Tavares, antigo vice-presidente do Benfica para as Modalidades, usou o LinkedIn para comentar a polémica entre Sporting e FC Porto sobre o “bate-papo” entre os presidentes Frederico Varandas e André Villas-Boas, após o clássico da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal.
- O artigo refere que o tema subsequente é o diálogo entre os dois rivais, sob a perspetiva de como evoluir o futebol português.
- Tavares defende que o Benfica poderia liderar uma agenda reformista, incluindo repensar quadros competitivos, acelerar a profissionalização e a independência da arbitragem, e defender regras financeiras mais disciplinadas.
- Enumerou quatro pontos-chave: quadros competitivos, arbitragem profissional e independente, regras financeiras e governança do sistema.
- Com 122 anos de história, o Benfica seria chamado a assumir uma liderança estruturante no futebol português, indo além da resposta ao debate do momento.
Fernando Tavares, antigo vice-presidente do Benfica para as Modalidades, recorreu ao LinkedIn para comentar a polémica entre Sporting e FC Porto. O foco foi o encontro entre Frederico Varandas e André Villas-Boas, após a primeira mão da meia-final da Taça de Portugal.
Na publicação, o ex-dirigente afirma que o Benfica poderia liderar uma agenda reformista. Defende repensar quadros competitivos, acelerar a profissionalização, a independência da arbitragem e regras financeiras que promovam disciplina e sustentabilidade.
O texto enumera áreas-chave que deveriam merecer foco por parte do clube: quadros competitivos mais reflexivos, arbitragem profissional e independente com maior transparência, regras financeiras com limites de gasto e controlo de endividamento, e governança clara entre Liga e Federação.
Propostas para o sistema
- Quadros competitivos: repensar o modelo das ligas profissionais para aumentar competitividade e valor da competição.
- Arbitragem: criação de um corpo profissional e independente, com avaliação exigente, formação contínua e uso de tecnologia.
- Regras financeiras: introdução de limites de gasto proporcionais à receita, controlo mais apertado do endividamento e incentivos à gestão responsável.
- Governança: clarificação de competências entre Liga e Federação, reforço de integridade e de transparência no sistema.
O texto sustenta que o futebol português tem talento e projeção internacional, mas carece de estrutura e de uma liderança estável. Segundo a publicação, o Benfica pode passar de ator passivo a ativo para promover reformas relevantes no futebol nacional.
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