- O presidente executivo da NOS, Miguel Almeida, disse que o acordo de cedência de direitos televisivos com o Benfica é uma extensão do contrato de 2015, que termina ao fim desta época.
- O acordo atual tem o valor de 104,6 milhões de euros e está válido até 2028, conforme anunciado pela operadora.
- Almeida afirmou que se trata de uma extensão por mais dois anos, mantendo o status quo e sem novo racional.
- O Benfica destacou o acordo como o “contrato mais alto de sempre celebrado em Portugal” na altura do anúncio.
- A NOS explicou que o incremento de custos é inferior à inflação, reforçando que é a continuidade de um contrato existente.
O presidente executivo da NOS, Miguel Almeida, afirmou que o acordo de cedência de direitos televisivos firmado em janeiro com o Benfica é uma extensão do contrato de 2015, válido até ao fim desta época, e que o valor de 104,6 milhões de euros até 2028 não representa uma mudança de racionalidade.
Almeida explicou que, na prática, o que aconteceu foi uma extensão por mais dois anos, até 2028, com uma manutenção do status quo e um incremento de custos abaixo da inflação. O responsável sublinhou que não houve racional novo por trás do acordo.
O Benfica já tinha destacado o acordo como o contrato mais alto de sempre celebrado em Portugal. O gestor da NOS reiterou que se trata de uma extensão de contrato existente, sem alterações significativas no racional, e que a discussão deve recuar a 2015 para compreender o enquadramento.
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