- Daniel Kenedy, 52 anos, vive em Riachos e treina o Atlético Riachense há cerca de dois meses e meio, tentando salvar o clube da despromoção, estando no penúltimo lugar da I Divisão Distrital de Santarém.
- Campeão pelo Benfica e pelo FC Porto, o ex-jogador partilha aspetos da carreira desde a Guiné-Bissau até aos tempos no CAC da Pontinha e no Benfica.
- A entrevista à Sábado aborda também o episódio de doping que o afastou do Mundial de 2002.
- Kenedy recorda um momento no FC Porto em que, ao sair à noite, um adepto lhe disse: “tens cinco minutos para ir embora”.
- Confessa ainda o vício do jogo nos casinos.
Daniel Kenedy, antigo jogador campeão pelo Benfica e pelo FC Porto, aceitou partilhar a sua trajetória e aspetos da vida fora do relvado em entrevista à Sábado. Aos 52 anos, atua há dois meses e meio como treinador do Atlético Riachense, na I Divisão Distrital de Santarém, onde luta pela manutenção. O clube está no penúltimo lugar da classificação.
Nascido na Guiné-Bissau, Kenedy chegou a Portugal com seis anos. Recorda os começos no CAC da Pontinha e a subida ao Benfica, onde se destacou ao mais alto nível. A conversa abrange também momentos difíceis da carreira, como o afastamento do Mundial de 2002 por questões de dopagem.
No desenrolar da entrevista, o repórter questiona o percurso de vida do ex-jogador. Kenedy descreve a adaptação a uma nova realidade em Portugal, a mudança para Paris em busca de melhores rendimentos e as dificuldades com a solidão na juventude. O protagonista revela ainda episódios ligados ao jogo de fortuna.
Vida fora do campo
Kenedy aborda o vício do jogo em casinos, descrevendo como isso afetou a sua estabilidade pessoal e profissional. O relato oferece uma perspetiva sobre os impactos do desporto de alto nível na vida pessoal, sem entrar em julgamentos. A entrevista completa pode ser lida na edição da Sábado.
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