- Gareth Bale afirmou que Carlo Ancelotti foi o melhor treinador com quem trabalhou no Real Madrid, elogiando o seu domínio do balneário e a forma como liderava a equipa.
- Sobre Zinedine Zidane, o galês disse que não era muito virado para a parte táctica, e que em jogos difíceis tinham de ter em conta nuances específicas, enquanto em outros disputavam jogos com ajustes mínimos.
- Bale revelou que, com Zidane, o grupo fazia o mínimo: treino, posse de bola e remates; em partidas importantes chegavam a dedicar apenas quinze minutos a táticas defensivas.
- Em relação ao trio BBC, Bale disse que funcionava de forma natural entre si, Benzema e Cristiano Ronaldo, sem exigirem grande trabalho táctico.
- Quanto a Cristiano Ronaldo, o avançado era motivado pela procura de golos, com Bale a notar que o português jogava muitas vezes como extremo antes de se tornar artilheiro numa ou duas temporadas após a sua chegada.
Gareth Bale revê os seus tempos no Real Madrid, destacando a fase mais marcante da carreira. O ex-internacional galês, que pendurou as chuteiras em 2022, analisa a relação com os treinadores, especialmente Zidane e Carlo Ancelotti, em entrevista ao podcast Stick to FootballMagazine.
Segundo Bale, Zidane não se debruçava tanto sobre a tática, reservando ajustes para jogos grandes contra Barcelona ou Bayern. Em partidos mais acessíveis, o treino virava essencialmente na posse de bola, remates e defesa, com o francês a ganhar respeito pela carreira de jogador e pela participação nos treinos, mesmo deixando jogadores de fora.
Agradado pela abordagem de Ancelotti, Bale afirma que o treinador soube gerir o balneário com equilíbrio, mantendo a linha firme quando necessário. O galês descreve o italiano como alguém que sabia impor respeito, ao mesmo tempo que criava um ambiente próximo, semelhante a uma relação de amizade.
Sobre o trio BBC, Bale recorda entrosamento natural com Benzema e Cristiano Ronaldo. A perceção era de que o trio funcionava sem exigir grandes ajustes táticos, com Cristiano a evoluir para o papel de artilheiro em fases posteriores. A motivação de marcar golos era determinante para o desempenho conjunto.
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