- Mais de metade das multas no futebol profissional desta época são por pirotecnia ilegal, atingindo 56% do total, 13 pontos percentuais acima da média dos últimos nove anos.
- A Liga (LPFP) lançou uma campanha de sensibilização intitulada “Pirotecnia ilegal não é apoiar o teu clube”, envolvendo APCVD, PSP, GNR e INEM.
- A iniciativa usa três testemunhos reais — de mãe de criança atingida, de jogador e de utilizador de pirotecnia — para alertar para riscos, consequências legais e impactos nos recintos.
- Desde a época 2016/17, 43% do valor total das multas no futebol profissional português está relacionado com pirotecnia; este ano foi de 56%.
- Nos últimos três anos, o uso de pirotecnia levou à interrupção de 22 jogos nas duas principais competições nacionais.
Mais de metade das multas aplicadas no futebol profissional nesta época dizem respeito a pirotecnia ilegal, revela a Liga (LPFP). O total de coimas por este motivo subiu 13 pontos percentuais face à média dos últimos nove anos.
A LPFP organiza uma campanha de sensibilização para alertar para os riscos da pirotecnia ilegal. A iniciativa envolve também a APCVD, PSP, GNR e INEM, com o objetivo de evitar lesões e sanções, incluindo coimas e interdições de estádios.
A campanha, lançada nesta quarta-feira, utiliza três testemunhos reais — uma mãe de uma criança atingida, um jogador e um utilizador de pirotecnia — para evidenciar os perigos e as consequências legais.
Desde 2016/17, 43% do valor total das multas do futebol profissional está relacionado com pirotecnia. Nesta época, esse peso subiu para 56%, crescendo 13 p.p. em relação à média histórica.
Entre as últimas três épocas, o uso de artefactos ilegais provocou a interrupção de 22 jogos nas duas principais competições nacionais, destacando o impacto no normal decorrer dos encontros.
A Liga, que gere a 1.ª Liga, 2.ª Liga e Taça da Liga, representa 36 equipas profissionais, metade no escalão principal, e reforça a necessidade de respeito pelas regras para preservar o ambiente desportivo.
O presidente da LPFP, Reinaldo Teixeira, sublinha que a paixão pelo futebol deve coexistir com responsabilidade, para proteger pessoas, o espetáculo e as sociedades desportivas. Apoiar a equipa implica cumprir a lei.
O presidente da APCVD, Rodrigo Cavaleiro, reforça que o desporto deve ser espaço de celebração, onde todos assegurem que a paixão é acompanhada de respeito pelas regras que protegem intervenientes.
A campanha será divulgada através de canais digitais, com participação das Sociedades Desportivas, e procura mobilizar a comunidade para que o futebol profissional se mantenha seguro e acessível.
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