- Bruno Sorreluz, candidato à presidência do Sporting, esteve em ações de campanha nos Núcleos da Nazaré e Marinha Grande.
- O candidato disse ter ouvido um associado que afirmou ter sido ameaçado pela direção atual por tentar organizar um evento solidário com a marca Sporting.
- Assinalou ainda que houve alegação de ameaça de processo por usurpação de marca quando o associado tentou promover o clube na região.
- Um outro sócio com quarenta e cinco anos de filiação não conseguiu comprar bilhete para ir ao estádio, sentindo-se afastado do clube.
- Sorreluz destacou que o Sporting nasceu dos sócios e defende colocar os sócios no centro do funcionamento do clube.
Bruno Sorreluz, candidato à presidência do Sporting, passou o dia em ações de campanha nos Núcleos da Nazaré e Marinha Grande. A deslocação ocorreu numa região do país que enfrenta, segundo o texto, as consequências da depressão Kristin. Durante o contacto com sportinguistas, o aspirante relatou ter ouvido um associado que diz ter sido ameaçado pela direção atual ao tentar organizar um evento solidário com a marca Sporting.
O candidato da lista A afirmou ter recebido relatos que, segundo ele, comprovam problemas já denunciados pela sua candidatura. Um sócio que pretendia dinamizar a marca Sporting na região relata que, em vez de apoio, recebeu a ameaça de processar por alegada usurpação de marca, segundo as palavras do próprio Sorreluz.
Outra situação mencionada envolve a dificuldade de aquisição de bilhetes para apoiar a equipa. Um sócio com 45 anos de filiação afirmou que, mesmo tendo cumprido as quotas ao longo dos anos, não consegue comprar um bilhete para o estádio. O empresário destacou a importância de manter os sócios no centro da gestão do clube.
Ato de campanha e expectativa de mudança
Sorreluz defende maior proximidade entre dirigentes e associados, apontando a necessidade de revitalizar a relação entre o clube e quem o sustenta. O candidato afirmou que as histórias ouvindas fortalecem a sua convicção de que o Sporting tem de voltar a colocar os sócios no centro da sua identidade. Afirmou ainda que, ao percorrer o país, sente um apoio crescente que o motiva a lutar pela sua visão para o clube.
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