- João Gabriel, antigo diretor de comunicação, escreve na Record sobre o incidente entre Prestianni e Vinícius Jr. e critica a gestão do Benfica.
- Diz que o clube hesitou, com reação lenta, fragmentada e sem mensagem clara, imediata e inequívoca.
- Afirmando que o presidente do clube era a única figura capaz de conter a escalada do caos, mas não interveio no tempo certo.
- Alega ainda que a intervenção não aconteceu da forma devida.
- O autor aponta que a comunicação falhou em conter a narrativa associada ao caso.
João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica, analisa, no jornal Record, um incidente envolvendo Prestianni e Vinícius Jr. A peça destaca que a gestão da narrativa pelo clube foi debatida no contexto atual.
Segundo a análise, o Benfica não respondeu de forma clara ou imediata, o que resultou numa resposta fragmentada e insuficiente para evitar a escalada de mensagens negativas.
Gabriel sustenta que o presidente, como figura capaz de travar a disseminação da polémica, deveria ter intervindo atempadamente, mas não o fez na altura decisiva e, posteriormente, não agiu de forma eficaz.
A conclusão do ex-diretor é que a reação do clube foi lenta e desfalcada de uma comunicação coesa, deixando a narrativa a dispersar-se entre diferentes interpretações.
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