- O presidente da mesa da Assembleia Geral do Boavista, Raúl Ralha, falou à Record sobre o associativismo do clube.
- O Boavista contabiliza cerca de 1.500 atletas e 32 modalidades, com troféus alcançados em áreas como boxe, kickboxing e ciclismo.
- As modalidades resistem, com os jogadores a decidirem deixar de receber salários.
- Raúl Ralha é baterista da banda Gato Bomba e é conhecido por vestir a camisola do Boavista em todos os espetáculos.
- A matéria também aborda o dia a dia do futsal boavisteiro e a perspetiva de outros responsáveis do clube.
O presidente da mesa da Assembleia Geral do Boavista, Raúl Ralha, foi o foco de uma visita da Record ao dia a dia do clube. No papel de dirigente, descreve o associativismo como a essência do emblema axadrezado, que se mantém ativo além do relvado.
Baterista da banda Gato Bomba, Ralha é conhecido por levar a camisola do Boavista a todos os espetáculos, uma prática que o permite viver o clube como forma de identidade. A entrevista aproxima-o da realidade de quem gere o clube a partir da participação associativa.
Raúl Ralha destacou que o Boavista tem 1.500 atletas distribuidos por 32 modalidades, com troféus conquistados em áreas como boxe, kickboxing e ciclismo. O foco é manter a atividade e o desenvolvimento das várias secções, independentemente das dificuldades.
Modalidades do Boavista resistem
As modalidades do Boavista continuam ativas, apesar de desafios financeiros e desportivos. Os responsáveis referem que alguns atletas optaram por abdicar de remunerações para manter o funcionamento e o nível competitivo das equipas.
O dirigente sublinha que o associativismo é uma força motriz do clube, permitindo manter a diversidade de jovens e atletas na formação e competição. A aposta passa pela continuidade de projetos de base que assegurem o futuro das várias secções.
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