- Luisão, antigo capitão do Benfica, voltou a criticar a gestão do clube no caso dos alegados insultos racistas de Prestianni a Vinícius Jr. no jogo da Luz.
- O ex-jogador afirma que houve adesão imediata ao discurso do jogador acusado e aponta falta de interesse genuíno em apurar os acontecimentos após a denúncia grave.
- Critica ainda a utilização da imagem de Eusébio como “escudo” e as tentativas de descredibilizar a vítima, dizendo que o Benfica deve manter valores e responsabilidade histórica.
- Luisão considera que o clube enfrenta uma crise moral, questionando de que lado está o Benfica e quais princípios está a defender.
- Conclui que o racismo não é opinião e que precisa ser combatido com firmeza e responsabilidade, insinuando que o tempo dirá quem esteve do lado certo.
Luisão voltou a criticar a gestão do Benfica no caso que envolve alegados insultos racistas de Prestianni a Vinícius Jr. no jogo da Luz. O antigo capitão afirma ter ficado preocupado com a postura institucional diante da denúncia grave apresentada pelo jogador brasileiro.
Segundo o jogador, o clube terá aderido ao discurso do alegado acusado sem demonstrar interesse em apurar os acontecimentos. A crítica surge numa publicação extensa no Instagram, em que o ex-capitão aborda o episódio de forma contundente.
Luisão sustenta que o Benfica não deveria usar a imagem de Eusébio como escudo para descredibilizar a vítima, sublinhando que a instituição deve manter valores de responsabilidade histórica e de combate ao racismo. Ele recorda o papel do clube na sua chegada à Luz, em 2003.
O antigo jogador questiona a posição do Benfica perante a crise, afirmando que o tema é moral e não desportivo. Pergunta em que lado o clube está e se há vontade de enfrentar o problema de frente, sem varrer para debaixo do tapete.
Para o brasileiro, o tema não é sobre rivalidades entre clubes, mas sobre princípios. Reforça que racismo não é opinião e deve ser combatido com firmeza e responsabilidade, pedindo reflexão sobre a consciência coletiva.
Luisão conclui que é doloroso ver o Benfica sofrer moralmente e afirma ter defendido o clube com base numa visão de justiça. A terminar, diz que o tempo dirá quem esteve do lado certo, na busca pela grandeza histórica do clube.
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