- Pedro Proença celebra um ano de mandato à frente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
- O presidente destaca o trabalho intenso, vitórias e desafios, incluindo as partidas de Diogo Jota, André Silva e Jorge Costa.
- As seleções nacionais somaram cinco títulos internacionais em sete finais, em várias modalidades (Futebol, Futsal, Futebol de Praia) e categorias masculina e feminina.
- A FPF diz ter criado um novo ecossistema empresarial, com modelo de governação e maior proximidade aos sócios, além de ter promovido o Portugal Football Summit e o Congresso do Futebol Português.
- O futuro passa por novos modelos de financiamento, uma indústria mais competitiva e sustentável, a criação da Universidade do Futebol e a continuidade de uma Cultura de Vitória.
Pedro Proença celebra um ano à frente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). A direção aborda um período marcado por vitórias nacionais e desafios, refletindo sobre o trabalho realizado e os próximos passos.
O presidente destacou os resultados das seleções portuguesas, com cinco títulos internacionais em sete finais. Também enalteceu o contributo de jogadores como Diogo Jota, André Silva e Jorge Costa ao longo do ano.
Para além do sucesso desportivo, a direção aponta avanços institucionais. Entre eles, a melhoria do modelo de governação, o ecossistema empresarial da FPF e a proximidade aos sócios. O evento Portugal Football Summit foi citado como marco internacional.
Conquistas desportivas e institucionalização
Proença referiu que o desempenho das seleções no Futebol, Futsal, Futebol de Praia e em ambos os géneros consolidou a nova Cultura de Vitória. O trabalho conjunto com clubes, associações distritais e regionais foi tido como fundamental.
A direção aponta ainda melhorias fora do campo: realização de grandes congressos, alinhamento estratégico com a Direção Técnica Nacional e uma visão partilhada para o futuro. O objetivo é manter Portugal competitivo a nível mundial.
Perspectivas e próximos desafios
Entre as prioridades futuras, o presidente mencionou a criação de um novo modelo de financiamento para o futebol e o desenvolvimento de uma Universidade do Futebol. A gestão pretende manter a ambição sem perder a responsabilidade.
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