- Hoje comemora-se um ano de mandato da direção da Federação Portuguesa de Futebol, liderada por Pedro Proença.
- Em 365 dias, foram cinco títulos internacionais em sete finais alcançadas pelas Seleções Nacionais, em várias modalidades.
- Proença lembrou as mortes de Diogo Jota, André Silva e Jorge Costa como os momentos mais difíceis do ano.
- A FPF criou um novo ecossistema empresarial, com modelo de governação renovado e maior proximidade aos sócios, destacando o Portugal Football Summit.
- Para o futuro, apontam-se desafios de financiamento, uma indústria mais competitiva e sustentável e a criação da Universidade do Futebol.
A direção da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) comemora um ano de mandato sob liderança de Pedro Proença. A efeméride foi assinalada numa mensagem divulgada pela FPF na terça-feira, 3 de fevereiro, data em que se completam 365 dias da gestão. O pedido de balanço destaca o que houve, quem participou e por quê.
Segundo o texto divulgado, o período ficou marcado por cinco títulos internacionais alcançados em sete finais disputadas pelas seleções nacionais, em vários distritos de atividade — Futebol, Futsal, Futebol de Praia, masculino e feminino. A direção ressalva que os êxitos são o resultado de um trabalho conjunto com clubes, associações distritais e regionais, associações de classe e futebol profissional, em ligação com a Direção Técnica Nacional.
A mensagem aponta ainda que o ano não foi apenas de triunfos desportivos. A FPF criou um novo ecossistema empresarial, com um modelo de governação mais próximo dos sócios, e realizou iniciativas como o Portugal Football Summit, descrito como a maior cimeira de futebol do mundo. O Congresso do Futebol Português é apresentado como um marco para caminhos futuros.
Para além dos resultados, o comunicado realça avanços institucionais e projetos orientados para o futuro, nomeadamente o novo modelo de financiamento do futebol, o desenvolvimento de uma indústria mais competitiva e sustentável e a criação da Universidade do Futebol. Em tom de perspetiva, a mensagem aponta uma continuidade de uma cultura de vitória, com foco em responsabilidade e ambição.
O texto encerra com a projeção de continuidade de vitórias, mantendo o discurso de ambição de Portugal a atuar para vencer, onde quer que jogue. A direção reforça o compromisso de manter a equipa na senda de conquistas, sem rodeios nem fórmulas vagas.
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