- Um sócio do Barcelona apresentou queixa contra o presidente Joan Laporta, cinco membros da direção, o irmão e dois diretores do clube, junto do Tribunal Central de Instrução.
- A denúncia, divulgada pelo El Periòdico, acusa Laporta e a comitiva de branqueamento de capitais, transações financeiras no estrangeiro, comissões indevidas e fraude fiscal.
- Laporta classificou a queixa como calúnia destinada a prejudicar a sua recandidatura à presidência, tratando-se, segundo o seu advogado, de uma estratégia jurídica e mediática.
- A denúncia aponta irregularidades em contratos com Barça Vision, Grupo New Era Visionary, Limak, Nike e na área da zona VIP, alegando ocultação de acesso aos contratos sob confidencialidade.
- A acusação envolve a cobrança de comissões ilícitas através de uma sociedade com empresas sediadas em Espanha, Chipre, Croácia, Estónia e Dubai, e o tribunal deverá nomear o juiz para decidir sobre a admissibilidade.
Joan Laporta pode enfrentar nova contestação judicial. Um sócio do Barcelona, acompanhado pelo advogado e por um agente judicial, apresentou uma queixa contra o presidente, cinco elementos da direção, o irmão de Laporta e dois diretores do clube junto do Tribunal Central de Instrução.
A denúncia, adiantada pelo jornal El Periódico, aponta branqueamento de capitais, transações no estrangeiro, recebimento de comissões indevidas e fraude fiscal entre dirigentes, incluindo contratos ligados ao clube. A acusação envolve empresas ligadas à Barça Vision, Grupo New Era Visionary e outras entidades.
A queixa sustenta irregularidades em contratos com Barça Vision, a Nike e outros parceiros, alegando ocultação de acordos de acesso dos sócios sob confidencialidade, e a cobrança de comissões através de uma rede de empresas sediadas em vários países.
Agora, o Tribunal Central de Instrução deve nomear o juiz responsável pelo processo, que decidirá sobre a admissibilidade da queixa e o eventual seguimento da investigação, num momento de tensão na campanha eleitoral do Barcelona.
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