- Adeptos do Estrasburgo criticam a direção e o Chelsea, geridos pelo consórcio BlueCo, que detém o clube desde 2023 e é dono do Chelsea desde 2022.
- Uma tarja com a frase “O Chelsea não decide o que se passa em Estrasburgo” foi impedida de entrar no recinto.
- Os apoiantes acusam censura, alegando que o Chelsea tem mais poder de decisão e que houve resgates de jogadores para o Chelsea.
- O treinador Liam Rosenior, anteriormente no Estrasburgo, seguiu para o banco do Chelsea, numa transferência considerada pela claque como parte dessa influência.
- Segurança alegou ordens da direção para não deixar a tarja entrar; a frase foi proferida pelo presidente em 2024 e agora foi banida.
Os adeptos do Estrasburgo foram impedidos de entrar no estádio com uma tarja crítica à direção e ao Chelsea. A intervenção ocorreu durante o jogo em que estavam presentes para apoiar o clube francês.
A tarja, que mostrava a frase “O Chelsea não decide o que se passa em Estrasburgo”, não foi permitida pela segurança do recinto. Os responsáveis pela claque afirmam haver ordens da gestão para bloquear a entrada da peça.
A direção do consórcio BlueCo, que detém o Estrasburgo desde 2023 e o Chelsea desde 2022, é apontada pelos adeptos como responsável pela suposta censura. O grupo sustenta que o Chelsea tem maior influência sobre decisões do que o clube gaulês.
Entre os elementos da claque, há preocupação com a linha de comunicação da gestão, que, segundo eles, limitou a expressão dos adeptos. A crítica envolve a relação entre os dois clubes, assim como a influência do consórcio em decisões desportivas.
Ao mesmo tempo, o contexto envolve a transferência de Liam Rosenior, ligado ao Estrasburgo, para o banco do Chelsea. A situação é apontada como exemplo da ligação entre os dois clubes sob o mesmo grupo de gestão.
Entre na conversa da comunidade