- Otamendi defendeu Prestianni, alegando que não chamou Vinícius Júnior de “mono” e sim de “maricón”.
- Vítor Pinto, subdiretor do Record, afirmou que o Benfica não pode ter tido a infelicidade de usar o Capitão como testemunha junto da UEFA.
- A informação surge a partir de uma notícia do Correio da Manhã.
- As declarações foram proferidas no programa Record na Hora, da NOW.
O subdiretor do Record, Vítor Pinto, afirma que o Benfica não pode ter incorrido na “infelicidade” de usar o capitão Otamendi como testemunha junto da UEFA. A notícia parte de informações avançadas pelo Correio da Manhã sobre o defesa-central.
Segundo Pinto, as declarações do jornal não devem colocar o Benfica numa posição de desconforto perante a UEFA, destacando o risco de envolver o capitão em cenários de testemunho. A leitura é de que o clube não pretendia expor Otamendi nesse contexto.
A matéria em causa envolve uma alegada defesa de Oscar Otamendi a Prestianni e uma afirmação dirigida a Rui Costa, relacionada com uma suposta palavra dita a Vinícius Júnior. O conteúdo foi alvo de controvérsia entre imprensa desportiva e fontes próximas do Benfica.
Reação do Record
Vítor Pinto partilhou que a gestão da situação pelo Benfica não deverá ter contado com o uso do capitão como testemunha, sugerindo cautela por parte do clube. A equipa de redação mantém a linha de reportar factos verificados, sem interpretações adicionais.
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