- O treinador Francesco Farioli refletiu sobre a polémica entre Prestianni e Vinícius Júnior, dizendo que é muito triste ainda sermos julgados pela cor da pele em 2026.
- Reforçou a importância da diversidade, destacando que a equipa técnica tem sete passaportes diferentes e que a filha dele frequenta uma escola internacional.
- Sobre o jogo de domingo com o Rio Ave, afirmou que as camisolas não ganham jogos e que o adversário pode mudar de tacticamente, mas o foco é a nossa atitude e mentalidade.
- Confirmou que Kiwior e Martim Fernandes não recuperam a tempo da partida; Deniz Gul está ainda mais perto de competir pela titularidade com Terem Moffi.
- Comentou que nove vitórias do Porto no campeonato foram por margem mínima, atribuindo a esse padrão ao respeito dos adversários e à leitura do momento de jogo.
Francesco Farioli, treinador do F C Porto, abordou a polémica entre Prestianni e Vinícius Júnior no encontro Benfica-Real Madrid pela Champions, sem mencionar diretamente o caso. O técnico destacou a importância da camisola, mas sublinhou que não é isso que vence jogos.
Para o duelo deste domingo com o Rio Ave, Farioli afirmou que a equipa deve manter a concentração e a atitude. Reforçou que o futebol é ganho pela preparação e pelo espírito coletivo, independentemente da força das camisolas.
O treinador refletiu sobre a diversidade na equipa, mencionando que há sete passaportes diferentes na equipa técnica e defendendo a diversidade como oportunidade de aprendizagem. Destacou ainda que a sua filha frequenta uma escola internacional.
Farioli lembrou que o Rio Ave já mudou de sistema na última jornada, podendo reforçar a defesa com três ou quatro elos, e pediu foco total dos jogadores para manter a intensidade. Reiterou que o clube não subestima o adversário.
Quanto ao estado físico, o técnico confirmou ausências de Kiwior e Martim Fernandes para a partida. Também indicou que Deniz Gul está perto de competir pela titularidade com Terem Moffi, que ainda trabalha para alcançar o nível desejado.
No balanço tático, o técnico admitiu que nove vitórias do Porto no campeonato foram por margem mínima. Explicou que o rival costuma recuar quando está adiante e que há necessidade de leitura de momento para atacar com intensidade e defender com energia.
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