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Confusão entre claques do Sp. Braga e polícia atrasa adeptos para dérbi

A menos de uma hora do dérbi, portas atrasadas após conflito entre claques do Sporting Clube de Braga e a Polícia de Segurança Pública, com o clube a criticar a postura intransigente

Confusão entre claques do Sp. Braga e a polícia atrasa entrada de adeptos para o dérbi
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  • A menos de uma hora do apito inicial do dérbi entre Sp. Braga e Vitória de Guimarães, as portas na bancada nascente ainda não tinham sido abertas, devido a um conflito entre claques e PSP.
  • Os adeptos bracarenses tinham preparado uma coreografia; a PSP opôs-se à tarja necessária e retirou o que cobria a bancada, gerando confusão e atrasando a entrada.
  • Do lado do Vitória, cerca de 1.500 adeptos entraram sem incidentes e seguiram para a caixa de segurança.
  • O Sp. Braga emitiu um comunicado a criticar a “postura intransigente” da PSP, alegando que ofendeu o clube, sócios e adeptos, e que criou condições inflamáveis à volta do jogo.
  • A SAD do Braga vai convocar reuniões de emergência com entidades relevantes e pede posicionamento da Liga Portugal e da Federação Portuguesa de Futebol sobre a promoção de espetáculos neste contexto.

O dérbi entre Sp. Braga e V. Guimarães sofreu atrasos à entrada de adeptos na bancada nascente do Municipal de Braga, a menos de uma hora do apito inicial. O impedimento resulta de um conflito entre claques bracarenses e a PSP.

Acoreografia preparada incluía uma tarja que a PSP proibiu, chegando a retirar cordas para cobrir a bancada. A intervenção policial gerou tensão e atrasou a abertura das portas de acesso ao sector. Não houve registo de incidentes graves entre os fãs da casa.

Do lado do Vitória, cerca de 1.500 adeptos entraram sem entraves e encontraram-se já em posição de segurança. O dérbi tradicional atrai normalmente uma grande mobilização policial na cidade.

Reação do Sp. Braga

O clube emitiu um comunicado crítico à atuação da PSP, descrevendo a postura como intransigente e de upa, dizendo ter ofendido sócios e adeptos. A SAD prevê reuniões de emergência com entidades relevantes para debater o incidente.

O Sp. Braga afirma que a PSP alegou que a coreografia não se enquadrava em apoio às equipas, apesar de ter cumprido regras de segurança. O clube adianta que fará denúncias formais às entidades competentes.

Ações subsequentes

A direção minhota confirma que a situação será levada a órgãos competentes, incluindo a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga Portugal, para clarificação e prevenção de episódios semelhantes. Não foram indicadas lesões ou detenções associadas ao incidente.

O confronto entre claques, a tensão com a PSP e as declarações do Sp. Braga marcam a antecâmara de um dérbi com forte aparato policial. A organização do espetáculo permanece em análise pelas partes envolvidas.

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