- As claques Red Boys e Bracara Legion do Sp. Braga abandonaram as bancadas do dérbi do Minho na 1.ª parte, em protesto com a PSP.
- A PSP não autorizou a exibição de uma tarja de grandes dimensões na bancada Nascente do Municipal de Braga, gerando confusão entre sócios e agentes.
- Foram feitas identificações de alguns simpatizantes do Braga pela força de segurança.
- O clube de António Salvador condenou a atuação da PSP antes do apito inicial e disse que o Braga vai até às últimas consequências.
- O dérbi manteve-se interrompido cerca de cinco minutos no início devido ao arremesso de potes de fumo e a fogo de artifício no setor da Pedreira.
As claques organizadas do Sp. Braga, Red Boys e Bracara Legion abandonaram as bancadas nos minutos iniciais do dérbi do Minho frente ao Vitoria de Guimarães, em protesto contra a atuação da PSP. A situação manteve-se durante a primeira parte, com o encontro no Estádio Municipal de Braga a continuar apenas com apoio parcial.
A PSP não autorizou a exposição de uma tarja de grandes dimensões na bancada Nascente, o que gerou tensão entre sócios e agentes de segurança. Seguiu-se um conjunto de identificações de adeptos bracarenses, segundo informações recolhidas no recinto.
O clube bracarense, liderado por António Salvador, condenou a atuação da instituição policial antes do apito inicial e afirmou que irá até às últimas consequências, segundo o comunicado oficial.
Antes disso, o dérbi esteve interrompido por cerca de cinco minutos após o lançamento de potes de fumo no relvado e pelo fogo de artifício num setor da Pedreira, o que também contribuiu para uma pausa no jogo.
Os adeptos das duas claques saíram das bancadas após a interrupção inicial, mantendo-se a incidência de intervenções policiais no estádio durante o período de desfralde da confusão que se instalou no setor.
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