- Três clubes da II Liga apresentaram uma providência cautelar no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) contra a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).
- A medida visa suspender a decisão que travou a revalidação da distribuição do mecanismo de solidariedade da UEFA pelos clubes dos dois escalões profissionais.
- A providência decorre do chumbo, pela última Assembleia Geral da Liga, da proposta de distribuição das verbas de solidariedade da UEFA.
- Os clubes querem contestar os efeitos da decisão da AG junto do TAD, mantendo em especifico a repartição de verbas prevista pelo mecanismo.
- A ação surge no contexto da gestão orçamental para a época desportiva 2025-26, apontando para impactos na distribuição financeira entre clubes.
O que aconteceu: três clubes da II Liga apresentaram uma providência cautelar no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) contra a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP). O objetivo é suspender os efeitos da decisão da última Assembleia Geral da Liga, que travou a revalidação da distribuição do mecanismo de solidariedade da UEFA.
Quem está envolvido: os clubes da II Liga que moveram a ação, a LPFP e, indiretamente, a UEFA, que define o mecanismo de solidariedade utilizado. A providência visa contrariar a posição tomada pela AG recente da Liga.
Quando e onde aconteceu: a ação foi apresentada na sexta-feira, no âmbito do TAD, em Portugal. O processo surge na sequência do chumbo da proposta de distribuição do mecanismo de solidariedade pelos clubes dos dois escalões profissionais.
Para quê: a ação pretende impedir efeitos da decisão que travou a repartição de verbas do mecanismo de solidariedade da UEFA, procurando manter a aprovação da distribuição até a resolução do mérito no TAD.
Medidas no tribunal
Os autos indicam que o recurso visa estabilizar financiamento para os orçamentos dos clubes da II Liga para a temporada 2025-26, enquanto se aguarda a decisão final. A LPFP ainda não comentou publicamente o teor da providência cautelar. Fontes ligadas aos clubes refletem a necessidade de asegurar fluxos financeiros. A UEFA já tinha aprovado, em termos gerais, o mecanismo de solidariedade entre clubes.
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