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FC Porto apresenta queixa contra Fernando Madureira por violar ordem judicial

FC Porto apresenta queixa contra Fernando Madureira por violar ordem de coação ao entrar na Loja Azul do Estádio do Dragão, dias após libertação

Fernando Madureira, ex-líder dos Super Dragões
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  • O FC Porto apresentou queixa contra Fernando Madureira, antigo líder da claque Super Dragões, por ter entrado na Loja Azul do Estádio do Dragão, violando medidas de coação.
  • Segundo o clube, Madureira entrou na loja às 12h05 do dia 11 de fevereiro, permaneceu cinco minutos no espaço comercial e esteve mais dez minutos na imediação do recinto.
  • O clube anexou imagens de videovigilância para comprovar a presença e reforçou que o ex-líder está proibido de frequentar recintos desportivos ou eventos do FC Porto e de se apresentar às autoridades duas vezes por semana.
  • Madureira já cumpriu dois anos de prisão preventiva; restam-lhe cerca de setenta dias para completar dois terços da pena de três anos e quatro meses, o que poderá permitir liberdade futura.
  • O caso está relacionado com a Operação Pretoriano, em que o tribunal reconheceu um plano ilícito para criar clima de intimidação para aprovação de alterações estatutárias da direção do FC Porto.

O FC Porto apresentou uma queixa contra Fernando Madureira, antigo líder da claque Super Dragões, por ter entrado na loja do clube no Estádio do Dragão, violando medidas de coação. A notícia foi confirmada por fonte ligada ao clube.

Segundo o clube, Madureira entrou no espaço comercial adjacente ao estádio pelas 12h05 do dia 11 de fevereiro, cinco dias após a sua libertação, cumprindo dois anos de prisão preventiva. O ex-chefe de claque ficou cinco minutos na Loja Azul e cerca de dez na área junto ao recinto.

O FC Porto revelou que anexou ao requerimento imagens de videovigilância para comprovar o episódio. Além disso, Madureira tem de apresentar-se duas vezes por semana às autoridades e está proibido de frequentar recintos desportivos ou eventos relacionados com o clube.

Contexto processual

No âmbito da operação Pretoriano, o Tribunal da Relação do Porto reduziu a pena de Madureira para três anos e quatro meses, eliminando um crime de ofensas corporais. A redução ocorreu após análise do recurso interposto pelos arguidos.

Embora já tenha cumprido dois anos de prisão preventiva, faltam 70 dias para completar dois terços da pena, o que poderá permitir libertaçao antecipada, conforme a decisão judiciária. O caso insere-se num quadro de decisões judiciais associadas à operação.

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