- O grupo Lozyo, detentor de 95% do capital da SAD do Elvas, suspendeu os investimentos após 24 meses de boicote ambiental, obstrucionismo contabilístico e campanhas de desinformação.
- A empresa diz que a formação do Alentejo não está em crise, mas não houve fornecimento dos documentos necessários para a certificação das contas pelo Revisor Oficial de Contas.
- O investimento de 4.8 milhões de euros incluiu substituição integral do relvado, desenvolvimento de ativos desportivos e criação de empregos, mas foi travado pela recusa de documentação.
- Surgem também irregularidades na área da academia de futebol internacional prevista, com falta de colaboração e segurança jurídica, tornando impossível prosseguir com o projeto.
- O presidente do conselho da SAD demitiu-se; o investidor estrangeiro é visto como alvo de instrumentalização por parte de suspeitos locais para criar um inimigo externo.
O Grupo Lozyo, detentor de 95% do capital da SAD de Elvas, suspendeu os investimentos no clube do Campeonato de Portugal. A decisão surge após meses de boicote ambiental, obstrucionismo contabilístico e campanhas de desinformação, segundo a própria empresa.
A suíça explica que o Elvas não está em crise, mas não foi possível manter o investimento sem documentos para certificar as contas. O grupo aponta recusa em fornecer comprovativos essenciais para a validação com o Revisor Oficial de Contas.
Segundo a nota, o investimento total ascende a 4,8 milhões de euros, incluindo a substituição integral do relvado, desenvolvimento de ativos desportivos e criação de postos de trabalho. A empresa sustenta que manteve padrões de transparência internacional.
Além do aspeto contábil, a Lozyo cita irregularidades estruturais e ambientais associadas ao projeto da academia de futebol internacional. Revela que surgiram ilícitos graves e omissões que inviabilizam o avanço da iniciativa.
A direção sustenta ainda que a quantidade de informações solicitadas pelos representantes locais não foi disponibilizada. Por essa razão, acusa a gestão local de obstrução contábil e de falta de segurança jurídica para prosseguir com o projeto.
Num desfecho que também envolve a liderança do clube, o presidente do conselho da SAD decidiu abandonar o cargo. A empresa afirma que o movimento tem por base a necessidade de proteger a integridade documental e o cumprimento de políticas de compliance internacionais.
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