- O FC Porto apresentou um défice de 149 milhões de euros no exercício de 2022/2023, triplicando o valor anterior.
- O passivo inclui uma dívida de 162,1 milhões de euros por pagar a jogadores contratados, contra 12,7 milhões de euros a receber pelos atletas vendidos.
- A tesouraria do clube está pressionada até ao fim do ano, devido ao elevado endividamento e à necessidade de equilíbrio de contas.
- O clube continua a investir na contratação de jogadores, mas enfrenta críticas e preocupações quanto à gestão financeira e sustentabilidade.
- O relatório, aprovado pelos órgãos sociais, indica medidas em aplicação para reduzir o endividamento e melhorar a situação financeira, com foco numa gestão mais rigorosa e sustentável.
O FC Porto apresentou um défice de €149 milhões no exercício de 2022/2023, três vezes superior ao valor anterior. O investimento em reforços persiste, mesmo com dificuldades de tesouraria.
A dívida associada a compras de jogadores ascende a €162,1 milhões, enquanto apenas €12,7 milhões são esperados pela venda de atletas. Este desequilíbrio agrava a pressão financeira do clube.
A tesouraria permanece pressionada até ao final do ano, refletindo o elevado endividamento e a necessidade de equilibrar contas. O clube continua a procurar soluções para melhorar a sustentabilidade financeira.
Situação financeira e medidas
O relatório indica que o FC Porto tem implementado medidas para reduzir o endividamento e ajustar custos, mas os resultados ainda não asseguram estabilidade a curto prazo. A administração defende gestão mais rigorosa e uma estratégia financeira sustentável.
O documento, aprovado pelos órgãos sociais, aponta que é essencial manter o foco em equilíbrio entre investimento desportivo e controlo orçamental. A direção do clube prossegue com ações de melhoria financeira e operacional.
O relatório de 2022/2023 está disponível no site oficial do FC Porto, para consulta pública das contas e das medidas em curso.
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