- O Vitória de Guimarães ganhou ao E. Amadora por 2-1, somando três pontos no campeonato.
- Luís Pinto destacou a mudança de atitude na segunda parte como determinante para o triunfo.
- O treinador reconheceu que a primeira parte foi apática e que a lesão de Abascal amplificou o impacto emocional nos jogadores.
- No intervalo, a mensagem foi trabalhar a intensidade e manter a reação, permitindo uma segunda parte mais contundente.
- Dois estreantes terminaram a partida a marcar, incluindo Balieiro, num equilíbrio ofensivo que acompanha o projeto de lançar jovens no clube (defesa com média de idade de 25 anos).
Luís Pinto, treinador do V. Guimarães, destacou a mudança de atitude dos seus jogadores após o intervalo, que permitiu conquistar mais três pontos frente ao E. Amadora, num triunfo por 2-1 no campeonato.
A primeira parte foi marcada por incapacidade e apatia, segundo o técnico. A lesão de Abascal ajudou a abrir caminho a um momento de preocupação entre o plantel, e a mensagem no balneário foi focada na necessidade de intensidade para inverter o resultado.
Mudança de atitude e reação na segunda parte
Ao retomar o jogo, o Vitória entrou com uma resposta mais agressiva e conseguiu voltar a estar no jogo. Pinto afirmou ainda que é essencial manter a capacidade de jogar com consistência durante os 90 minutos, evitando perdas de bola que permitem ao adversário superioridade nas disputas.
A equipa reforçou a ideia de que a pressão alta e a proatividade são determinantes para os jogos seguintes. O técnico ressaltou que a vitória só foi possível pela entrega de todos os jogadores e pela recuperação coletiva da intensidade exibida na segunda metade.
Jovens no plantel e impacto no projeto
Dois estreantes acabaram por marcar, sinal de um projeto que aposta na juventude. Mesmo com uma linha defensiva formada por jogadores mais novos, o Vitória assegurou a vitória e mostrou personalidade fora de casa. Balieiro teve uma atuação destacada na segunda titularidade, enquanto Samu também esteve envolvido no lance do golo.
Pelo Sevillapla, Pinto referiu que o grupo tem de suportar a pressão de atuar num clube histórico e de grande exigência. A segunda parte foi marcada por maior envolvimento de toda a equipa, que conseguiu reconduzir o apoio do público ao relógio do estádio.
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