- As tempestades passaram a ameaça real para a Académica, com a água a galgar o leito do rio Mondego.
- A água chegou às instalações da Briosa, colocando em risco pessoas, infraestruturas e a atividade do clube.
- O cenário manteve-se em alerta máximo e sob vigilância constante.
- O presidente Joaquim Reis afirmou que “isto ainda não acabou aqui”, destacando a continuidade da monitorização.
- O presidente agradeceu o apoio de todos os portugueses face à ameaça.
A água das últimas tempestades atingiu a Académica, colocando em risco pessoas, infraestruturas e a atividade do clube. O Mondego transbordou e invadiu as instalações da Briosa, provocando alerta máximo entre a direção e os bombeiros. A situação permanece sob vigilância constante.
O presidente Joaquim Reis afirmou, sem rodeios, que a crise ainda não terminou. A prioridade é a segurança de quem trabalha no espaço e a proteção dos equipamentos e património do clube. A resposta tem sido coordenada entre a direção e as autoridades locais.
Nos últimos dias, as equipas têm monitorizado o nível da água e o estado das vias de acesso ao complexo desportivo. Não houve registo de feridos até ao momento, mas há necessidade de manter planos de contingência ativos para evitar danos adicionais.
Ação e solidariedade
A equipa dirigente agradece o apoio de toda a comunidade portuguesa que se tem mobilizado. A ajuda externa, combinada com o esforço interno, tem permitido manter atividades suspensas em parte do espaço, até que a normalidade seja restabelecida.
A direção ressalva que a evolução da situação depende das previsões meteorológicas e da subida ou descida do caudal do Mondego. O objetivo é recuperar a operacionalidade o mais rapidamente possível, sem comprometer a segurança de pessoas e bens.
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