- Foi criada uma equipa de trabalho para rever o modelo de financiamento do futebol português, liderada por António Ramalho, envolvendo a FPF, Liga Portugal, Associações Distritais e Regionais e Associações de Classe.
- A primeira reunião funcionou como kick-off, com diagnóstico da situação atual, identificação de pontos fortes e áreas a melhorar, e reconhecimento de outras realidades.
- O objetivo é apresentar, até ao final da época, um modelo equilibrado, financeiramente viável e alinhado com mercados internacionais e com benchmarks de federações estrangeiras.
- O grupo irá realizar reuniões periódicas para definir uma proposta que cubra as necessidades de financiamento do ecossistema ao longo de dez anos, mantendo sustentabilidade, competitividade e viabilidade.
- O processo está ligado, entre outros fatores, à centralização dos direitos audiovisuais a partir de 2028, e há reconhecimento do sucesso da seleção nacional de futsal, com cinco títulos em sete finais num ano.
Em alinhamento com o compromisso assumido na última Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), realizou-se na semana passada a primeira reunião formal do Grupo de Trabalho para a Revisão do Modelo de Financiamento do Futebol Português. A iniciativa é liderada por António Ramalho, figura de reconhecida experiência na banca e em reestruturações de modelos financeiros, e envolve a FPF, a Liga Portugal, Associações Distritais e Regionais, e Associações de Classe.
A reunião inaugural funcionou como kick-off de um diagnóstico aprofundado, com a identificação de pontos fortes e áreas a melhorar. Pretende-se entender realidades distintas para definir um modelo equilibrado e financeiramente viável, alinhado com mercados internacionais e com benchmarks de federações estrangeiras.
O Grupo de Trabalho irá realizar reuniões periódicas com o objetivo de apresentar, até ao final da época, uma proposta completa que cubra necessidades de financiamento do Futebol Português e das várias dimensões do ecossistema. O foco é definir fatores-chave que condicionam o desenvolvimento de uma década.
Sustentabilidade, competitividade e viabilidade constituem o tripé do trabalho, que sinaliza uma era de união entre os agentes. A iniciativa reforça a responsabilidade de todos em criar condições para um crescimento sólido do futebol nacional.
A intervenção ocorre num contexto de transformação, com grandes mudanças previstas, incluindo a Centralização dos Direitos Audiovisuais a partir de 2028. O objetivo é que o setor permaneça uma atividade de referência, contribuindo para a visibilidade internacional de Portugal.
PS – Orgulho na campanha da Seleção Nacional de futsal. A presença na final consolida o estatuto de Portugal na modalidade, com cinco títulos em sete finais em menos de um ano, reforçando a cultura de vitória do país.
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