- A Trophy Tour da Taça do Mundial passou pelo Estádio do Dragão, com Roberto Carlos entre os presentes, bem como André Villas-Boas, Domingos Paciência e o presidente da Câmara do Porto.
- O antigo lateral recordou a vitória do Mundial de 2002 na Coreia do Sul e Japão, dizendo ter uma réplica do troféu em casa e descrevendo o caminho do hotel até ao estádio.
- Destacou o ambiente do balneário e o choro de Ronaldo, lembrando que a equipa era “muito básica” e que houve a oportunidade de vencer em 2002 após a derrota em 1998.
- Refere o desejo de o Brasil voltar a ganhar o Mundial, mas admite um sentimento agridoce ao pensar nas fotos de 2002 e fala em possíveis evoluções com o alargamento da competição, comparando com Portugal, Espanha e França.
- Brinca dizendo que não pode jogar mais e que, ao fim, ele está no último quadro da seleção com o troféu.
O Estádio do Dragão recebeu nesta sexta-feira a Trophy Tour da Taça do Mundo, numa passagem que contou com a presença de Roberto Carlos. O antigo lateral esquerdo esteve acompanhado por figuras do futebol português, entre elas André Villas-Boas, Domingos Paciência, e o presidente da Câmara Municipal do Porto, Pedro Duarte.
Durante o evento, o antigo internacional brasileiro contou aos jornalistas o sentimento de ter estado ao lado do troféu de campeão do mundo. Recordou de forma nostálgica a vitória do Brasil no Mundial de 2002, disputado na Coreia do Sul e no Japão, destacando momentos do percurso até chegar à conquista.
A conversa abriu-se à riqueza de detalhes dessa caminhada, desde o trajeto do hotel até ao estádio, a ambientação no balneário e a emoção associada ao facto de Ronaldo estar lesionado, ainda assim contribuir para a equipa. O episódio ficou marcado pela sua linguagem desportiva e pelos gestos da equipa.
Roberto Carlos reconheceu a importância do Mundial e assumiu um desejo claro de ver o Brasil erguer novamente o troféu, considerando as mudanças recentes no formato da competição, que poderá tornar o evento mais competitivo e interessante.
O ex-jogador destacou também que, ao olhar para a foto de 2002, surgem dúvidas sobre se esse momento ficará para trás ou se haverá espaço para uma nova página vitoriosa para a seleção brasileira. A referência a Carlo Ancelotti foi mencionada de forma humorística.
Por fim, o entrevistado apontou que, apesar de o Brasil ter condições para lutar pelo título, o peso da responsabilidade é constante para as seleções que disputam o Mundial, e que apenas uma pode levantar o troféu ao final do torneio.
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