- Luís Filipe Borges, treinador do Boavista, vive a sua primeira experiência numa divisão nacional, aos 44 anos.
- Não tinha experiência com atletas surdos, mas quer o desafio é visto como positivo.
- Atribui mérito a Miguel Ângelo pela comunicação bem-sucedida entre a equipa e o atleta.
- Quando estão afastados ou na zona ofensiva, é difícil contactar, e Miguel Ângelo procura manter-se atento ao banco.
- Recorrem a gestos: levantar braços ou bater com o pé para que o atleta sinta a vibração e olhe para o banco.
O técnico Luís Filipe Borges, na sua primeira época a orientar o Boavista, encara a sua primeira experiência numa divisão nacional. O treinador não tinha experiência com atletas surdos, mas descreve o desafio como positivo.
Borges atribui a Miguel Ângelo o mérito pela comunicação bem-sucedida entre equipa e jogador. Quando o jogo decorre longe de zonas centrais, manter o contacto torna-se mais difícil, mas o atleta demonstra sensibilidade.
Miguel Ângelo responde à forma como a equipa se faz entender ao longo dos lances, olhando para o banco ou para os colegas de equipa após cada jogada. A equipa utiliza ainda gestos, levantamentos de braços e até batimentos no chão para transmitir vibração.
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