- O Estrela da Amadora pediu ao Rio Ave que cumpra o acordo de partilha de direitos económicos por André Luiz e pague 10% da proposta rejeitada ao Benfica, e não 10% de 5.750 euros.
- Caso não haja cooperação, o clube da Reboleira avisa que avançará com a via judicial.
- O Estrela sustenta que a partilha de passe implica valorização e acusa o Rio Ave de não valorizar a venda do jogador.
- A discórdia prende-se com a venda a um clube do mesmo grupo por metade do valor de mercado, alegadamente influenciada pela proposta recusada.
- Paulo Lopo, presidente do Estrela da Amadora, afirma que o clube vai manter a defesa dos seus interesses.
O Estrela da Amadora pediu ao Rio Ave que cumpra o acordo de partilha de direitos económicos por André Luiz. A formação da Reboleira exige o pagamento correspondente a 10% da proposta rejeitada ao Benfica, em vez de 10% sobre 5.750, alegando que o montante deveria refletir a oferta considerada pelo clube cedente.
A cobrança incide sobre o valor indicado na proposta rejeitada pelo Benfica, alegando que esse montante representa a remuneração devida pela transferência. O Estrela argumenta que a partilha de passe deve valorizar a venda, não sendo aceitável que o jogador seja vendido por metade do valor de mercado dentro do mesmo grupo.
Caso o Rio Ave não coopere, o Estrela da Amadora afirma que levará a situação à via judicial. A posição vem num contexto de tensão entre os dois clubes sobre os direitos económicos de André Luiz e a gestão de propostas de transferência.
Possível ação judicial
O clube da Reboleira reforça que não pode condicioná-lo na negociação, mas não admite que a valorização do passe deixe de ocorrer. O Estrela mantém o objetivo de assegurar os seus interesses na negociação, mantendo o foco na defesa dos direitos económicos do jogador.
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