- Em 2025, as seleções portuguesas estiveram em seis finais e conquistas cinco títulos, feito histórico para a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
- A primeira edição do Congresso do Futebol Português reuniu cerca de oitocentas pessoas, com107 reuniões em seis meses, mais de duzentas horas de trabalho, dezenove comissões e mais de cento e vinte propostas.
- O Congresso definiu um caminho estratégico para o futebol nacional, incluindo mudanças no calendário, como meias‑finais da Taça de Portugal a um único jogo e equipas da liga na quarta eliminatória, e a aproximação da centralização de direitos audiovisuais.
- O regresso ao sexto lugar no ranking UEFA foi reconhecido como mérito dos clubes e do trabalho desde 2023, com esforços para consolidar essa posição e defender o ranking.
- Foi apresentado o Plano Estratégico para 2024-2036, com foco em governação, financiamento, fair play, futebol feminino, futsal, futebol de praia e arbitragem, visando um futebol mais unido, sustentável e competitivo.
O ano de 2025 ficou marcado por feitos históricos para as Seleções. Cinco títulos, seis finais disputadas, um balanço que arrasta responsabilidades para fortalecer o futuro do futebol português. O foco não está no brilho, mas na continuidade do trabalho.
Numa resposta coordenada, a primeira edição do Congresso do Futebol Português destacou-se como marco fundador. Cerca de 800 participantes participaram, demonstrando a capacidade do setor de debater, alinhar e construir uma visão estratégica comum para os próximos anos.
O Fórum de Futebol abriu o percurso, a 24 de maio de 2025, revelando um processo coletivo de preparação. O esforço técnico e institucional ficou patente, com a garantia de um compromisso partilhado para o crescimento sustentável.
Congresso do Futebol Português: resultados e caminhos
No eixo de resultados, registaram-se 107 reuniões em seis meses, mais de 200 horas de trabalho, 19 comissões criadas e acima de 120 propostas apresentadas. Os números apontam para uma agenda concreta e estruturada.
A delegação da direção aponta que o objetivo é modernizar o modelo competitivo e defender o ranking UEFA, com alterações já comunicadas na Taça de Portugal para reduzir o desgaste do calendário. O primeiro passo envolve a reforma da organização interna.
Paralelamente, destacou-se a aproximação entre direitos audiovisual, com a centralização prevista, visando modernizar o setor e ampliar oportunidades para clubes e seleções. A aspiração é acelerar o desempenho desportivo a partir de ferramentas modernas.
Caminhos, prioridades e próximos passos
As mudanças na Liga 3, Campeonato de Portugal e Liga Revelação visam consolidar a pirâmide do futebol nacional, fortalecendo a base até ao topo. A meta é ter mais e melhores jogadores para as seleções e clubes mais preparados para a elite.
Entre as linhas traçadas, está o reforço da harmonização regulamentar, o novo modelo de financiamento da FPF e a promoção do Fair Play. A ligação com adeptos, o desenvolvimento do futebol feminino, futsal e futebol de praia também entram na agenda.
A direção lembra que o ponto de viragem passa pela governação do futebol português. O plano estratégico 2024-36 será apresentado em breve, com foco em igualdade de oportunidades e sustentabilidade. O objetivo é manter o país competitivo a médio e longo prazo.
O Congresso encerra com a convicção de que ninguém ficará para trás na construção de um novo ciclo. O desafio é continuar a crescer de forma coesa, moderna e sustentável, respeitando a ambição das várias estruturas envolvidas.
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