- O Senegal mantém o título da CAN de 2025, conforme decisão do júri disciplinar da CAF.
- O selecionador Pape Thiaw fica suspenso por cinco jogos devido à conduta antidesportiva na final.
- A final da CAN 2025 terminou 1-0 a favor do Senegal, após protestos de Thiaw que incentivaram a saída de campo.
- Além de Thiaw, Illiman Ndyaye e Ismaila Sarr ficaram suspensos por dois jogos; Ismael Sabari (três jogos) e Achraf Hakimi (dois jogos, com uma pena suspensa).
- As federações receberam multas financeiras: Senegal 615.000 dólares e Marrocos 315.000 dólares.
O Senegal manteve o título da CAN 2025, mas o selecionador Pape Thiaw foi suspenso por cinco jogos. A decisão foi anunciada pela CAF, a federação africana de futebol, esta quinta-feira. O caso envolve incidentes ocorridos na final disputada em Rabat.
A queixa principal partiu da FRMF, a federação marroquina, após a final de 18 de janeiro, em que o Senegal venceu por 1-0. O Senegal abandonou o relvado nos instantes finais, antes de marcar, após a decisão de um grande penalty para Marrocos.
A CAF considerou que Thiaw teve conduta antidesportiva, violando o princípio de jogo limpo e a imagem do futebol. Além do treinador, outros jogadores foram punidos, como Illiman Ndyaye e Ismaila Sarr, suspensos por dois jogos, e os marroquinos Ismael Sabari, Achraf Hakimi, com sanções de três e dois jogos, respetivamente.
As sanções abrangem ainda multas para as federações. O Senegal fica com uma multa de 615.000 dólares, enquanto Marrocos foi multado em 315.000 dólares. As decisões refletem a gravidade atribuída aos incidentes que ocorreram durante a final.
A final, disputada no estádio Príncipe Moulay Abdallah, em Rabat, ficou marcada pela interrupção da jogada que antecederia o golo, seguida da retoma do jogo e da conversão falhada do penálti por Brahim Díaz. A vitória senegalesa foi consolidada na prolongação por Pape Gueye.
Castigos e sanções
O comité disciplinar da CAF aplicou também punições a outras figuras envolvidas, com foco na conduta antidesportiva observada. A CAF reforçou a necessidade de evitar repetições de incidentes em finais de competições continentais.
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