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Tomás Paçó afirma que é preciso descer à terra e começar tudo de novo

Tomás Paçó aponta necessidade de descer à terra para o Euro 2026, enquanto gere a paternidade e a pressão de ser bicampeão em título

Tomás Paçó, internacional português - Foto: Miguel Nunes
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  • Tomás Paçó integra a convocatória de Portugal para o Euro 2026, mantendo-se entre os campeões de 2022 e com o objetivo de conquistar o tri, sob o peso da responsabilidade de título.
  • O médio destaca que o título não rende pontos na competição e defende um regresso à realidade, jogando jogo a jogo, começando pela Itália.
  • A convocatória conta com o irmão Bernardo Paçó, e o nascimento da filha nos primeiros dias de 2026 acrescenta simbolismo à caminhada da seleção.
  • Do lado das ausências, entram em foco as situações de Zicky e João Matos, com Góis e Bruno Coelho em posição de entrar, e as estreias antecipadas de Diogo Santos, Rúben Góis e Bernardo Paçó.
  • Paçó reforça a importância do treinador Jorge Braz, a importância de combinar experiência com juventude e lembra momentos do último Europeu, mantendo confiança numa boa forma física (corpo técnico e jogadores muito dedicados).

Tomás Paçó assume a responsabilidade de líder da edição europeia da seleção, agora também com a missão de conquistar o tri. O jogador, de 25 anos, integra a lista de Jorge Braz para o Euro 2026 na Eslovénia, após vencer o Euro 2022.

O fixo, que vive a melhor fase da carreira, junta-se aos oito campeões europeus de 2022 na convocatória. O momento foi marcado pelo nascimento da sua filha no início de 2026, reforçando o simbolismo da campanha.

Paçó falou à A BOLA sobre o peso da paternidade durante o campeonato e revelou picardias com Alex Merlim antes do primeiro encontro com a Itália. O jogador sublinhou a importância de manter a concentração jogo a jogo.

O que mudou para o Euro 2026

O selecionador Jorge Braz recordou que o passado é honorável, mas não dá vantagem. Paçó admite responsabilidade elevada devido aos títulos, mas afirma que o foco está no trabalho contínuo e na melhoria constante.

O objetivo declarado de tri dá-se dentro de uma filosofia: manter a humildade, trabalhar jogo a jogo e evitar pensar nos adversários antes do primeiro duelo com a Itália. O grupo está confiante, mas pragmático.

Paçó aponta que as derrotas em 2024 e em 2025 serviram de alerta. O jogador afirma que esses choques ajudam a manter o foco na gestão de jogos, especialmente frente à Hungria, Polónia e Itália.

Formação e ausências no plantel

Questionado sobre a ausência de Zicky e João Matos, Paçó assume que há ciclos no desporto. O jogador do Sporting destaca a qualidade de outros, como Góis, Bruno Coelho e Tiago Brito, que entram para suprir as baixas.

O impacto da chegada de Diogo Santos, Rúben Góis e Bernardo Paçó é visto como positivo. O mais novo, Bernardo, é irmão de Tomás, o que acrescenta entrosamento e apoio emocional à seleção.

O capitão em treino deixa claro que o grupo é unido. O técnico Braz é descrito como alguém que confia plenamente nos jogadores, alternando entre momentos de descontração e treino intenso.

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