- Tiago Pinto afirma que José Mourinho merecia regressar ao Benfica e descreve o regresso como natural: o maior clube para o maior treinador.
- Em três temporadas na Itália, Mourinho ajudou o Roma a vender jogadores por 160 milhões de euros, contratou Paulo Dybala, Nemanja Matic e Evan Ndicka a custo zero e venceu um título europeu pela primeira vez em 61 anos para o clube.
- O Roma chegou às meias-finais da Liga Europa na primeira época sob Paulo Fonseca, venceu a Liga Conferência na segunda temporada com Mourinho e perdeu a final da Liga Europa na terceira.
- Pinto realça que Roma é uma cidade muito fervorosa e que Mourinho conseguiu unir a equipa em torno de um objetivo comum.
- Sobre o regresso ao Benfica, Pinto revela que não foi surpresa: conhecia o desejo de Mourinho de voltar ao clube.
Tiago Pinto, antigo responsável financeiro do Benfica, recorda os anos de sucesso em Lisboa e analisa a passagem de José Mourinho pela Roma. Em entrevista ao Marca, explica a evolução da carreira do treinador antes de comentar o regresso ao Benfica. A ideia é contextualizar o que está em jogo no futuro da relação entre o clube e o técnico.
Pinto recorda que, na Roma, Mourinho demonstrou capacidade para transformar projetos e unir o grupo em torno de objetivos comuns. O dirigente aponta que, mesmo com valiosas vendas de jogadores, o clube italiano manteve um desempenho competitivo em Itália e na Europa. A presença de jogadores como Dybala, Matic e N’Dicka é mencionada para justificar o impacto financeiro e desportivo.
Em Itália, Tiago Pinto destaca os resultados: três épocas com diferentes fases, meias-finais da Liga Europa no primeiro ano, a conquista da Conference League no segundo e a derrota na final da Liga Europa no terceiro, frente ao Sevilha. Esses acontecimentos são apresentados como indicadores do nível alcançado pela equipa sob Mourinho.
Regresso de Mourinho ao Benfica
Para Pinto, o regresso de Mourinho ao Benfica seria natural e esperado. O dirigente afirma que o treinador sempre manifestou o desejo de voltar a orientar o clube encarnado. Descreve o Benfica como o maior clube para o maior treinador, sublinhando a simbologia da ligação entre ambos.
A leitura de Pinto é de que Mourinho tem perspetivas claras para o clube onde já teve impacto histórico. O enfoque está na qualidade de trabalho patente ao longo da carreira e na capacidade de mobilizar entusiastas e investidores à volta de objetivos desportivos. A situação, no entanto, depende de acordos institucionais e da disponibilidade do treinador.
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