- O PSG avisou que ninguém está acima do clube, numa altura em que decorrem negociações pela renovação de Ousmane Dembélé.
- O contrato atual do jogador vai até junho de 2028, mas as conversas para prolongá-lo ainda não chegaram a acordo.
- Dembélé terá apresentado uma exigência de cerca de 60 milhões de euros por temporada, valor que não agrada à direção do PSG.
- O presidente Nasser Al Khelaïfi afirmou, num programa da Canal+, que há um limite salarial e que todos devem respeitar, independentemente da importância do jogador.
- Apesar do tom firme, Al Khelaïfi elogiou Dembélé, chamando-o de ícone do clube e elogiando-o como pessoa.
O Paris Saint-Germain tem deixado claro que ninguém está acima do clube, mesmo em meio a negociações de renovação contratual com Ousmane Dembélé. O tema ganha contornos de incerteza num momento em que o técnico e a direção revisam necessidades futuras da equipa.
As negociações para prolongar o vínculo atual de Dembélé, que vai até junho de 2028, já começaram. O avançado, atual Bola de Ouro, é apontado pela imprensa francesa como alguém que pretende cerca de 60 milhões de euros por temporada, cifra que não agrada ao PSG.
O presidente do PSG, Nasser Al-Khelaïfi, deixou claro, em declarações ao Canal+, que há um limite salarial a manter e que o clube não pode pagar acima do permitido. Apesar do tom firme, o dirigente enfatizou a admiração pelo jogador, destacando-o como uma lenda do clube e alguém que valoriza como pessoa.
Impasse entre clube e jogador
Com as posições ainda distantes, o dossiê Dembélé deverá marcar a atualidade do PSG nos próximos meses, sem que haja confirmação de evolução nas negociações no imediato. O clube mantém o foco na sustentabilidade orçamental e no equilíbrio da folha salarial.
Dembélé é descrito como fundamental pela direção e pela equipa técnica, mas a negociação envolve também questões de equilíbrio financeiro e de estratégia desportiva para as próximas temporadas. O tema continua em aberto e sujeito a novas conversas entre as partes.
Próximos passos
As partes não avançaram com um acordo definitivo até ao momento, e os interessados aguardam próximos contactos para definir caminhos e condições. O PSG reafirma a prioridade de manter um plantel competitivo dentro dos parâmetros institucionais.
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