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Jogador diz não ser Messi, mas não é pior contratação do Real

Mastantuono reage às críticas após o primeiro golo na Champions, afirma não ser a pior contratação do Real Madrid e pede paciência enquanto se adapta

Mastantuono pelo Real Madrid
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  • Franco Mastantuono marcou o seu primeiro golo na Liga dos Campeões pelo Real Madrid na vitória por 6-1 frente ao Mónaco, após estar em campo em dois dos três primeiros jogos da equipa com Arbeloa no banco.
  • O jogador argentino respondeu às críticas recebidas nos seus primeiros meses no clube, reconhecendo as expectativas e defendendo paciência.
  • Disse que não é o Messi nem a pior contratação da história do Real Madrid, reforçando que trabalhou para apresentar uma boa exibição.
  • Explicou que chegou ao Real Madrid aos 18 anos e que a adaptação a um clube exigente e a uma nova vida foi um processo necessário.
  • Apoiou os seus colegas, nomeadamente Jude Bellingham, elogiando a sua dedicação ao clube e rejeitando parte das críticas como injustas.

Franco Mastantuono, jovem argentino do Real Madrid, foi titular em dois dos três primeiros jogos com Arbeloa a acompanhar o plantel. Na última noite, marcou o seu primeiro golo na Champions League, ajudando a equipa a vencer o Monaco por 6-1.

O atacante chegou ao Real Madrid ainda novo, com 18 anos, e tem visto críticas sobre as suas prestações nos primeiros meses. O clube enfrenta exigências altas e o jogador reconhece que a adaptação não é fácil.

A defesa das suas próprias expectativas aconteceu sem recorrer a janelas de opinião. Mastantuono afirma compreender o peso das críticas, desde que sejam justas, e revela que trabalha para justificar a vaga no plantel.

Resposta às críticas

O avançado admite que nem tudo saiu como desejado, mas sustenta que não é a pior contratação do clube e não é o Messi. Enaltece a sua evolução recente e reconhece a importância de superar o período de glória e de restante foco no treino diário.

O também elogia o rendimento de Bellingham, a quem classifica como jogador que trabalha muito e dá tudo pelo Real. Mostra respeito pela postura profissional do colega e pela ética de trabalho no grupo.

O jovem atleta recorda ainda que chegou a Madrid vindo de uma cultura diferente, e que a adaptação envolve aprender com o clube, com a exigência diária e com o ambiente da cidade.

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